{"id":55478,"date":"2026-03-09T13:47:46","date_gmt":"2026-03-09T16:47:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/?p=55478"},"modified":"2026-03-09T13:47:46","modified_gmt":"2026-03-09T16:47:46","slug":"como-diria-elomar-cade-meus-companheiros-cade-gente-cade-raimundo-ribeiro-como-esta-o-nosso-amigo-condeubense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/2026\/03\/09\/como-diria-elomar-cade-meus-companheiros-cade-gente-cade-raimundo-ribeiro-como-esta-o-nosso-amigo-condeubense\/","title":{"rendered":"Como diria Elomar: \u201cCad\u00ea meus companheiros, cad\u00ea?\u201d Gente, cad\u00ea Raimundo Ribeiro? Como est\u00e1 o nosso amigo condeubense?"},"content":{"rendered":"<p class=\"p2\"><span class=\"s1\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-55479\" src=\"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/b2b0748e-c499-4c68-a7f5-e4e5e2d04e98-159x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"159\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/b2b0748e-c499-4c68-a7f5-e4e5e2d04e98-159x300.jpeg 159w, https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/b2b0748e-c499-4c68-a7f5-e4e5e2d04e98.jpeg 265w\" sizes=\"(max-width: 159px) 100vw, 159px\" \/><br \/>\nMeus amigos, minhas amigas, em especial os meus conterr\u00e2neos da minha querida terra natal, <\/span><span class=\"s2\">Conde\u00faba<\/span><span class=\"s1\">, cidade maravilhosa de gente inteligente, de homens e mulheres solid\u00e1rios, amigos e corteses. Um povo apaixonado pelo seu torr\u00e3o fincado a\u00ed no sert\u00e3o da Ressaca.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Hoje me pego tomado por um sentimento estranho, um sentimento de vazio. E confesso que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil explicar essa sensa\u00e7\u00e3o. Talvez seja a saudade, talvez seja a aus\u00eancia de algu\u00e9m que, de repente, desaparece do nosso conv\u00edvio cotidiano e nos faz refletir sobre o tempo, sobre a vida e sobre a import\u00e2ncia das pessoas que fazem parte da nossa caminhada.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">\u00c9 assim que me sinto neste momento ao lembrar do nosso querido <\/span><span class=\"s2\">Raimundo Ribeiro<\/span><span class=\"s1\">, ou como muitos o conhecem, <\/span><span class=\"s2\">Raimundo Laser<\/span><span class=\"s1\">.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Por onde anda Raimundo? Como est\u00e1? Como anda sua sa\u00fade? Essas perguntas ecoam na minha cabe\u00e7a e, tenho certeza, tamb\u00e9m na mente de muitos condeubenses que tiveram o privil\u00e9gio de conviver com ele.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">A vida nos ensina que precisamos aproveitar cada instante. O passado j\u00e1 ficou para tr\u00e1s e o futuro pertence a Deus. O que temos, de fato, \u00e9 o presente. E \u00e9 nele que devemos valorizar os amigos, as lembran\u00e7as e os encontros que a vida nos proporciona.<\/span><!--more--><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Raimundo tem um papel muito especial na minha hist\u00f3ria recente com Conde\u00faba. Foi ele quem me reconectou com muitos amigos da inf\u00e2ncia e da juventude, pessoas queridas que estavam guardadas na mem\u00f3ria, mas que o tempo e a dist\u00e2ncia acabaram afastando do conv\u00edvio.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Nunca esque\u00e7o daquele encontro na <\/span><span class=\"s2\">Rua Siqueira Campos<\/span><span class=\"s1\">, quase em frente ao hotel, numa lanchonete. De repente escuto algu\u00e9m dizer: \u201cFala, Massa! Tudo bem?\u201d. Era Raimundo. Foi assim, de forma simples e espont\u00e2nea, que ele se aproximou e come\u00e7ou ali uma nova fase de reencontros.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Naquele momento ele me apresentou tamb\u00e9m ao conterr\u00e2neo <\/span><span class=\"s2\">Eduardo<\/span><span class=\"s1\">, e dali fomos conduzidos para um grupo de amigos capitaneado pela querida <\/span><span class=\"s2\">Mari<\/span><span class=\"s1\">. Gra\u00e7as a esse reencontro, j\u00e1 s\u00e3o quatro festas juninas que tenho o prazer de passar em Conde\u00faba, brindando com os conterr\u00e2neos, celebrando a amizade e o amor pela nossa cidade.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Uma cidade marcada pelo <\/span><span class=\"s2\">Rio Gavi\u00e3o<\/span><span class=\"s1\">, que infelizmente j\u00e1 n\u00e3o tem mais a mesma \u00e1gua correndo em seu leito, mas que continua viva na mem\u00f3ria e no cora\u00e7\u00e3o de todos n\u00f3s.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Por isso, Raimundo, deixo aqui um chamado fraterno, quase como um verso repetido do grande poeta <\/span><span class=\"s2\">Elomar<\/span><span class=\"s1\">: \u201cCad\u00ea meus companheiros, cad\u00ea?\u201d. <\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">E eu repito: <\/span><span class=\"s2\">cad\u00ea voc\u00ea, Raimundo?<\/span><span class=\"s1\"> Por onde anda, meu amigo? Como est\u00e1 sua vida, sua sa\u00fade? D\u00ea not\u00edcias. Estamos aqui esperando ouvir sua voz, rever sua presen\u00e7a e celebrar novamente a amizade que nos une.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Meus amigos, minhas amigas, em especial os meus conterr\u00e2neos da minha querida terra natal, Conde\u00faba, cidade maravilhosa de gente inteligente, de homens e mulheres solid\u00e1rios, amigos e corteses. Um povo apaixonado pelo seu torr\u00e3o fincado a\u00ed no sert\u00e3o da Ressaca. Hoje me pego tomado por um sentimento estranho, um sentimento de vazio. 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