{"id":55149,"date":"2026-02-17T16:42:35","date_gmt":"2026-02-17T19:42:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/?p=55149"},"modified":"2026-02-17T16:42:35","modified_gmt":"2026-02-17T19:42:35","slug":"prefeitura-traz-relatos-sobre-antigos-carnavais-em-vitoria-da-conquista-a-materia-da-secom-resgata-tambem-a-historia-da-miconquista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/2026\/02\/17\/prefeitura-traz-relatos-sobre-antigos-carnavais-em-vitoria-da-conquista-a-materia-da-secom-resgata-tambem-a-historia-da-miconquista\/","title":{"rendered":"Prefeitura traz relatos sobre antigos carnavais em Vit\u00f3ria da Conquista. A mat\u00e9ria da Secom resgata tamb\u00e9m a hist\u00f3ria da Miconquista."},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\"><span class=\"s1\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-55156\" src=\"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/bc5fdf51-7a24-4182-97ce-8bcfc00e7967-300x217.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"217\" srcset=\"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/bc5fdf51-7a24-4182-97ce-8bcfc00e7967-300x217.jpeg 300w, https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/bc5fdf51-7a24-4182-97ce-8bcfc00e7967.jpeg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><br \/>\nA Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o de Vit\u00f3ria da Conquista apresenta uma mat\u00e9ria interessante, que resgata a hist\u00f3ria dos antigos carnavais na cidade, mostrando para todos que a festa remonta a tempos passados. Ela \u00e9 comemorada no munic\u00edpio h\u00e1 muitas d\u00e9cadas e evidencia como as manifesta\u00e7\u00f5es dos conquistenses sempre foram espont\u00e2neas e marcaram \u00e9pocas. Blocos e cord\u00f5es antigos registram que o povo j\u00e1 brincava o Carnaval. A festa n\u00e3o nasceu como um evento privado. Ao contr\u00e1rio, nasceu na rua, como tudo que acontece com participa\u00e7\u00e3o popular.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Os registros apontam que, a partir dos anos 20, os antigos blocos brincavam principalmente na Pra\u00e7a Tancredo Neves, que inicialmente era chamada de Rua Grande. Com o passar do tempo, a festa se estendeu tamb\u00e9m para as casas das fam\u00edlias mais abastadas, mas sempre mantendo a participa\u00e7\u00e3o popular. Depois, o Carnaval ganhou os clubes e tornou-se um grande evento em Vit\u00f3ria da Conquista.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">A mat\u00e9ria da Secom traz ainda o in\u00edcio da micareta na cidade. Foi em 1989 que aconteceu o primeiro evento de Carnaval fora de \u00e9poca em Vit\u00f3ria da Conquista, marco importante na hist\u00f3ria festiva do munic\u00edpio e que, anos depois, consolidaria a tradi\u00e7\u00e3o da Miconquista.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Vale muito a pena a leitura, porque o texto apresenta dados hist\u00f3ricos que muitas pessoas desconhecem e permite fazer uma verdadeira viagem no tempo, voltando ao Carnaval dos anos 20 em nossa querida cidade.<\/span><!--more--><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Leiam a mat\u00e9ria. Vale a pena!<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><strong><span class=\"s1\">\u201cArquivo P\u00fablico Municipal mant\u00e9m acervo que conta hist\u00f3ria dos antigos carnavais de Vit\u00f3ria da Conquista<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">O carnaval \u00e9 uma das festas mais emblem\u00e1ticas do Brasil e reflete a riqueza cultural e a diversidade do povo brasileiro. Em Vit\u00f3ria da Conquista, as festividades cessaram h\u00e1 alguns anos, sendo substitu\u00eddas por outros eventos de grande porte realizados pelo Poder P\u00fablico Municipal, a exemplo do S\u00e3o Jo\u00e3o, que atrai um p\u00fablico cada vez maior. Mas os registros dos antigos carnavais podem ser encontrados no Arquivo P\u00fablico Municipal, que disp\u00f5e de fotografias e publica\u00e7\u00f5es sobre a folia carnavalesca.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">A hist\u00f3ria do carnaval remonta \u00e0s antigas festas pag\u00e3s da Gr\u00e9cia e Roma, comemoradas entre os s\u00e9culos 7 a.C. e 6 d.C. para celebrar a fertilidade e as colheitas. Com o tempo, essa festa foi adotada como um \u201cadeus \u00e0 carne\u201d (carnis levale) e celebrada no m\u00eas de fevereiro, \u00e0s v\u00e9speras da Quarta-Feira de Cinzas, que marca o in\u00edcio da Quaresma.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Nesses moldes, o Carnaval no Brasil chegou no s\u00e9culo XVII, por meio dos colonizadores portugueses, inicialmente como o \u201cEntrudo\u201d, uma brincadeira popular onde as pessoas jogavam farinha, \u00e1gua e lim\u00f5es de cheiro umas nas outras.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Folia de Momo em Vit\u00f3ria da Conquista<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">O jornalista e memorialista An\u00edbal Lopes Viana publicou em sua Revista Hist\u00f3rica de Vit\u00f3ria da Conquista que a formaliza\u00e7\u00e3o do Carnaval na cidade se deu em 1927, quando o tip\u00f3grafo itabunense Waldemar Coutinho, conhecido como \u201cGato\u201d, organizou o primeiro bloco carnavalesco, intitulado \u201cDesculpe O Mau Geito\u201d (Grafado propositalmente com \u201cG\u201d). \u201cAntes desta data aconteciam desfile de cavaleiros, com m\u00e1scaras e selas enfeitadas como uma disputa, mas sem a apar\u00eancia de um festejo carnavalesco\u201d, diz o autor.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Segundo An\u00edbal, desde as primeiras edi\u00e7\u00f5es, o Carnaval de Vit\u00f3ria da Conquista aderiu a tradi\u00e7\u00f5es de outros locais, sendo influenciado, principalmente, pelo carnaval de Itabuna. \u201cNeste trecho desta \u2018Revista Hist\u00f3rica\u2019 vamos deixar consignada a hist\u00f3ria da Festa do Rei Momo no passado conquistense. Carnaval \u00e9 folclore\u201d, escreve An\u00edbal.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Em 1928, o bloco \u201cDesculpe o Mau Geito\u201d foi transformado em um \u201ccord\u00e3o\u201d composto de rapazes e mo\u00e7as, dirigido pelos irm\u00e3os Bacelar: Sebasti\u00e3o e Deocl\u00e9cio. Os \u201ccord\u00f5es\u201d eram grupos de foli\u00f5es que se reuniam para dan\u00e7ar e cantar, com instrumentos como flautas e pandeiros, tomando as ruas da cidade, principalmente na regi\u00e3o da Pra\u00e7a da Bandeira, que eram decoradas com bandeiras, bal\u00f5es e outros enfeites, criando um ambiente festivo que atra\u00eda pessoas de todas as idades e classes sociais.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Entre as brincadeiras, o Entrudo tamb\u00e9m era pr\u00e1tica nos festejos conquistenses e consistia em molhar uma pessoa com \u00e1gua perfumada ou mesmo pura. Havia tamb\u00e9m os brincalh\u00f5es que colocavam tinta na \u00e1gua a ser atirada na pessoa. Com o passar do tempo veio a moda das laranjinhas, que tinham a forma de uma pequena laranja colorida e que se enchia de \u00e1gua perfumada e era atirada em uma pessoa conhecida.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Os precursores do Carnaval na cidade, conhecidos como a \u201cmocidade conquistense\u201d, era representada por: Rodrigues Silva (Cody), Manoel Vit\u00f3rio Bacelar (Nen), Deocl\u00e9cio Bacelar, Sebasti\u00e3o Bacelar, Steliano Farias, Aristides Lira, Humberto Guerra, Olinto dos Santos Silva, Democr\u00e9to Farias, Lauro Moreira (Tuta), Leonel Ribeiro, Eufr\u00e1sio Piloto, Jo\u00e3o Chap\u00e9u de Pau, J\u00falio Mar\u00e7al de Carvalho (Bade) Oscar Silva e Diod\u00e9lio Lima.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Letras e M\u00fasicas<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Naquele tempo, Conquista n\u00e3o dispunha dos meios de comunica\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis hoje. At\u00e9 1932, poucas pessoas possu\u00edam aparelhos de r\u00e1dio. As m\u00fasicas e letras do carnaval carioca vinham gravadas em discos que os comerciantes tocavam nas suas eletrolas, em que se copiavam as letras e as m\u00fasicas.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Bandas locais e m\u00fasicos animavam os desfiles com marchas e sambas. Os blocos como \u201cApaches\u201d, \u201cFilhos de Angola\u201d e \u201cTupinamb\u00e1 Rei da Selva\u201d trazem suas particularidades e tradi\u00e7\u00f5es, garantindo um espet\u00e1culo repleto de cores e sons.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Carnaval a partir de 1950<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">As letras dos carnavais do passado conquistense eram produtos da terra. Eram escritas pelos jovens da \u00e9poca: Bruno Bacelar, Laudionor Brasil e lolando Fonseca e musicadas pelos maestros Francisco Vasconcelos e Manoel da Cruz.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">At\u00e9 a segunda a d\u00e9cada de 1950 n\u00e3o havia clubes sociais. Os bailes carnavalescos eram realizados em casas particulares de pessoas amigas, que tinham grandes salas e \u00e0s vezes nos dois sal\u00f5es do antigo Pa\u00e7o Municipal. Os bailes do cord\u00e3o \u201cDesculpe O Mau Geito\u201d foram realizados nos sal\u00f5es das resid\u00eancias dos senhores Manoel de Andrade Silva e Agr\u00e1rio Silveira. As bebidas e os salgados n\u00e3o eram distribu\u00eddos gratuitamente aos convidados e componentes do \u201ccord\u00e3o\u201d ou da batucada. Antes das festas carnavalescas, os seus diretores pediam a contribui\u00e7\u00e3o em dinheiro a comerciantes e a institui\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o se negavam a ajudar.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Tamb\u00e9m foram adaptados desfiles tem\u00e1ticos inspirados nas Escolas de Samba e enredos de carnaval do Rio de Janeiro.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">A Era dos Micaretas<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Com o sucesso do Ax\u00e9 Music nos anos 80 e 90 e com o impacto das bandas e do carnaval de Salvador, a festa acabou sendo transferida para os meses de mar\u00e7o e abril, em forma de micareta (carnaval fora de \u00e9poca), muito por conta do apelo comercial dos trios e bandas vindos da capital.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Ainda assim, com o nome Miconquista, as micaretas aconteceram na cidade ao longo de quase duas d\u00e9cadas, embaladas por blocos como Massicas, T\u00f4a T\u00f4a, Executivos, entre outros. A festa acontecia em um percurso de rua e mobilizava milhares de foli\u00f5es, atraindo visitantes de v\u00e1rios lugares. Em seu \u00e1pice, houve momentos de grande repercuss\u00e3o at\u00e9 seu decl\u00ednio em<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>2008.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Em formato fechado e realizada pelo produtor cultural Pedro Massinha, com apoio da Prefeitura de Vit\u00f3ria da Conquista, a Miconquista retornou em abril de 2023, sendo realizada tamb\u00e9m em 2024 e 2025. Como contrapartida, o Governo Municipal criou a Pipoca Solid\u00e1ria, que isentou a popula\u00e7\u00e3o da compra de ingresso mediante a troca da entrada por alimentos n\u00e3o perec\u00edveis, os quais, posteriormente, foram doados a entidades filantr\u00f3picas que atuam no munic\u00edpio.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Em 2026, a Miconquista, que acontece em abril, seguir\u00e1 o mesmo formato.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Uma das primeiras marchinhas de Carnaval de Vit\u00f3ria da Conquista \u00e9 Calund\u00fa de 1927:<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Calund\u00fa (1927)<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">J\u00e1 tenho medo, oh ! que paix\u00e3o,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Mam\u00e3e zangada puxa todos para a ro\u00e7a,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">\u00c9 um barulho, que dana\u00e7\u00e3o,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">\u00c9 uma dor de partir o cora\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">C\u00f4ro (Bis):<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">N\u00e3o vai meu benzinho n\u00e3o v\u00e1,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Fique aqui para ver o Carnaval.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Se papai soubesse, que eu j\u00e1 tinha amor,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Era um barulho de fazer at\u00e9 horror!<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Se eu pudesse, n\u00e3o era mal,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Ficar aqui, para ver o Carnaval!<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">C\u00f4ro (Bis)<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">N\u00e3o vai \u2026<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Meu Santo Ant\u00f4nio! Santo das mo\u00e7as,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Me ajudai que eu v\u00e1 a brincadeira,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Pois todos folgam e todos brincam,<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">E papai, quer que eu viva na \u201clezeira\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">C\u00f4ro (Bis)<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">N\u00e3o vai\u2026<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Fonte: Viana, An\u00edbal Lopes. Revista Hist\u00f3rica de Conquista vol. 2. [C\u00f3pia Impressa \u2013 Arquivo P\u00fablico Municipal], (1982)\u201d<\/span><\/p>\n\n\t\t<style type=\"text\/css\">\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-55149 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/c9388738-0924-439d-a25b-8f349127eb6d.jpeg\" class=\"gallery_colorbox\"><img width=\"150\" height=\"150\" 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uma mat\u00e9ria interessante, que resgata a hist\u00f3ria dos antigos carnavais na cidade, mostrando para todos que a festa remonta a tempos passados. Ela \u00e9 comemorada no munic\u00edpio h\u00e1 muitas d\u00e9cadas e evidencia como as manifesta\u00e7\u00f5es dos conquistenses sempre foram espont\u00e2neas e marcaram \u00e9pocas. 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