{"id":54548,"date":"2025-12-28T14:30:40","date_gmt":"2025-12-28T17:30:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/?p=54548"},"modified":"2025-12-28T14:30:40","modified_gmt":"2025-12-28T17:30:40","slug":"da-uma-esmolinha-pelo-amor-de-deus-fi-de-deus-era-assim-que-cabecao-da-alameda-sentado-em-frente-ao-antigo-magazine-araci-pedia-ajuda-aos-passantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/2025\/12\/28\/da-uma-esmolinha-pelo-amor-de-deus-fi-de-deus-era-assim-que-cabecao-da-alameda-sentado-em-frente-ao-antigo-magazine-araci-pedia-ajuda-aos-passantes\/","title":{"rendered":"\u201cD\u00e1 uma esmolinha, pelo amor de Deus, fi de Deus\u201d, era assim que Cabe\u00e7\u00e3o da Alameda, sentado em frente ao antigo Magazine Araci, pedia ajuda aos passantes."},"content":{"rendered":"<p class=\"p2\"><span class=\"s1\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-54549 alignleft\" src=\"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/990dd48e-ae35-4e92-be31-8800a29927e0-191x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"191\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/990dd48e-ae35-4e92-be31-8800a29927e0-191x300.jpeg 191w, https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/990dd48e-ae35-4e92-be31-8800a29927e0.jpeg 319w\" sizes=\"(max-width: 191px) 100vw, 191px\" \/><br \/>\nVit\u00f3ria da Conquista tem suas hist\u00f3rias, seus personagens e suas figuras marcantes. Muitas ainda est\u00e3o entre n\u00f3s, outras permanecem vivas na mem\u00f3ria coletiva da cidade. S\u00e3o essas hist\u00f3rias que ouvimos, lemos e vemos nas reportagens de r\u00e1dio, televis\u00e3o e jornais, despertando a curiosidade do Brasil inteiro sobre a capital do sudoeste da Bahia.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Entre essas figuras simples do nosso cotidiano, estava o emblem\u00e1tico Cabe\u00e7\u00e3o. Ele permanecia sentado sobre um papel\u00e3o, em frente ao antigo Mara, o Magazine Araci, na Alameda. Hoje, naquele espa\u00e7o, funciona o Spa\u00e7o X. Cabe\u00e7\u00e3o observava o movimento, olhava para um lado e para o outro e, quando algu\u00e9m passava, repetia com humildade o seu pedido: \u201cUma esmolinha, pelo amor de Deus, fi de Deus\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Era assim. E ele partiu.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">H\u00e1 relatos curiosos sobre a sua vida. Dizem que o que arrecadava foi suficiente para comprar pequenas casas nas proximidades do bairro Cruzeiro, deixando-as de aluguel para familiares. Uma hist\u00f3ria que chama a aten\u00e7\u00e3o e que revela como a vida guarda surpresas e caminhos inesperados.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Recebo esse relato sem conhecer o autor, mas fa\u00e7o quest\u00e3o de torn\u00e1-lo p\u00fablico para que possamos preservar as lembran\u00e7as e as hist\u00f3rias da nossa querida Vit\u00f3ria da Conquista, uma cidade rica em mem\u00f3rias e personagens pitorescos que ajudaram a construir sua identidade.<\/span><!--more--><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Vit\u00f3ria da Conquista caminha rumo aos seus duzentos anos. O tempo segue o seu curso natural, sem pressa. Mas a cidade avan\u00e7a, cresce e se consolida como metr\u00f3pole regional, capital do sudoeste, reconhecida pelo desenvolvimento e pela for\u00e7a do seu povo.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Muitas hist\u00f3rias ainda ser\u00e3o escritas por novos personagens que hoje circulam pelas ruas, trabalham nas f\u00e1bricas, nos hospitais, nas escolas, no com\u00e9rcio, nas ind\u00fastrias e nos sindicatos. Essa \u00e9 a din\u00e2mica viva da nossa cidade.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">E, para encerrar, fica o registro e a lembran\u00e7a. Que voc\u00ea esteja em paz e junto de Deus, Cabe\u00e7\u00e3o da Alameda.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vit\u00f3ria da Conquista tem suas hist\u00f3rias, seus personagens e suas figuras marcantes. Muitas ainda est\u00e3o entre n\u00f3s, outras permanecem vivas na mem\u00f3ria coletiva da cidade. 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