{"id":16569,"date":"2019-03-27T10:29:25","date_gmt":"2019-03-27T13:29:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/?p=16569"},"modified":"2019-03-27T10:29:25","modified_gmt":"2019-03-27T13:29:25","slug":"educacao-para-onde-aponta-a-educacao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/2019\/03\/27\/educacao-para-onde-aponta-a-educacao-no-brasil\/","title":{"rendered":"Educa\u00e7\u00e3o: para onde aponta a educa\u00e7\u00e3o no Brasil&#8230;?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190327_102420.jpg\" class=\"gallery_colorbox\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-16576\" src=\"http:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190327_102420-300x200.jpg\"  alt=\"Dirl\u00eai \" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190327_102420-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.blogdomassinha.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/20190327_102420.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Professor Dirl\u00eai A Bonfim*<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Para onde aponta a Educa\u00e7\u00e3o no Brasil&#8230;? Com tantos problemas infraestruturais&#8230;? <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0A implanta\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de um modelo contempor\u00e2neo de uma escola que seja compat\u00edvel com as necessidades do s\u00e9culo XXI, XXII e mais. O que h\u00e1 de novo verdadeiramente para a constru\u00e7\u00e3o de uma nova Universidade no Brasil&#8230;? Que seja voltada para uma ci\u00eancia compat\u00edvel com \u00e0 realidade. Pesquisa aplicada de ponta que possa interessar e instigar as empresas numa parceria virtuosa&#8230;? \u00a0Uma universidade que seja capaz de acompanhar a velocidade como o conhecimento e que tamb\u00e9m esteja sintonizada com as exig\u00eancias \u00e9ticas de um mundo com tantas de demandas ao mesmo tempo tanta exclus\u00e3o. Fato \u00e9 que nesse pa\u00eds, n\u00e3o temos a tradi\u00e7\u00e3o, como em outros pa\u00edses, de que os detentores das grandes fortunas, fa\u00e7am doa\u00e7\u00f5es generosas para criar ou subsidiar aquela Universidade e naturalmente ao desenvolvimento cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico, como \u00a0por exemplo da Universidade de Harvard o que fez dela uma das mais prestigiosas universidades do mundo. Seu nome foi em homenagem ao primeiro benfeitor da universidade, o jovem ministro John Harvard de Charlestown, quem doou, toda a sua biblioteca e mais de 80% de todas as suas propriedades \u00e0 institui\u00e7\u00e3o. Assim seguimos no Brasil, sem que tenhamos essa benevol\u00eancia e tradi\u00e7\u00e3o na nossa sociedade, o que \u00e9 uma pena. Quanto a novos modelos educacionais, a uma discuss\u00e3o sobre que modelos importantes e interessantes em diversos pa\u00edses do mundo, possam contribuir para que consigamos <\/span><b>aperfei\u00e7oar o nosso. Todavia se faz necess\u00e1rio, como afirma o \u00a0Professor Eduardo Giannetti, em Tr\u00f3picos<\/b> <b>Ut\u00f3picos (2016),<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> vai nos dizer que o \u201cBrasil precisa de modelos originais que sejam desenvolvidos por n\u00f3s, levando em considera\u00e7\u00e3o todos os nossos erros e acertos e n\u00e3o copiar modelos de outros pa\u00edses\u201d, \u00a0ele prop\u00f5e uma abordagem original e inovadora da quest\u00e3o da identidade, que olha antes para o futuro que para o passado: \u00c9 poss\u00edvel unir o Brasil em torno de um projeto pr\u00f3prio no mundo globalizado?\u00a0Um livro para redescobrir o pa\u00eds e pensar em seus futuros poss\u00edveis. Tudo isso deve ser feito acompanhando as exig\u00eancias emergenciais de cada um dos setores da educa\u00e7\u00e3o. No que se refere \u00e0 escola ideal para o ensino b\u00e1sico. \u00a0\u201cO Brasil abandonou a educa\u00e7\u00e3o porque come\u00e7a discutindo como financiar\u201d. A gente tem de come\u00e7ar discutindo o que fazer, depois como fazer, depois, os recursos de que precisa, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o problema \u00e9 muito s\u00e9rio na educa\u00e7\u00e3o brasileira. H\u00e1 uma vis\u00e3o ritualizada do processo de aprendizagem e isso acontece em todos os n\u00edveis de ensino, at\u00e9 no superior. O aluno acha que, se ele for \u00e0 aula, aprender o que foi transmitido e reproduzir tudo na prova, ter\u00e1 sucesso. Ora, isso n\u00e3o ajuda a pessoa a ter um pensamento pr\u00f3prio, original, e caminhar por si mesma na busca do conhecimento. Quando eu dava aulas, dizia seriamente para os meus alunos que eu preferia uma resposta errada que demonstrasse reflex\u00e3o sobre o problema a uma correta que revelasse apenas capacidade de memoriza\u00e7\u00e3o do que foi visto em aula ou do que est\u00e1 em algum livro ou manual. Tem mais valor um erro que mostre um movimento de busca e um pensamento pr\u00f3prio do que um acerto que seja c\u00f3pia de algo que nem sequer foi devidamente assimilado. O f\u00edsico americano Richard Feynman (1918-1988), que esteve no Brasil na d\u00e9cada de 1950 e deu aulas no Centro Brasileiro de Pesquisas F\u00edsicas, no Rio de Janeiro, escreveu em sua biografia que os alunos brasileiros n\u00e3o eram ensinados a pensar cientificamente, j\u00e1 que eles apenas memorizavam o que lhes era dito em aula ou o que liam em livros, sem entender qualquer fen\u00f4meno. Quando um estudante brasileiro vai mal num exame internacional de compara\u00e7\u00e3o de desempenho como o Pisa sigla em ingl\u00eas para programa Internacional de avalia\u00e7\u00e3o de alunos, promovido pela Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), boa parte \u00e9 pelo fato de ele n\u00e3o estar preparado para enfrentar um problema por conta pr\u00f3pria e refletir sobre ele, uma exig\u00eancia desse exame. Porque desde o in\u00edcio da sua vida escolar ele foi preparado e treinado para reproduzir em prova os conte\u00fados dados em aula. O poeta irland\u00eas William Butler Yeats (1865-1939) dizia que a educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um balde que cont\u00e9m, mas um fogo que incendeia. Precisamos abandonar o balde que cont\u00e9m e partir rumo \u00e0 chama que incendeia. E essa chama nada mais \u00e9 do que a curiosidade, a pr\u00f3pria busca pelo conhecimento. \u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Agora, mesmo sem nenhum recurso, o governo precisaria de pelo menos R$ 3,5 bilh\u00e3o por ano, s\u00f3 para o processo de alfabetiza\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 que o Brasil n\u00e3o est\u00e1 disposto a pagar o valor necess\u00e1rio para acabar com o analfabetismo, ainda latente no pa\u00eds&#8230;? \u00a0Al\u00e9m do mais, os recursos que s\u00e3o destinados para os diversos programas da Educa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o chegam l\u00e1 na ponta. Da sa\u00edda l\u00e1 em Bras\u00edlia, at\u00e9 chegar ao munic\u00edpio l\u00e1 no interior, do interior do pa\u00eds, esses recursos j\u00e1 se perderam pelos corredores da burocracia e do desvio\/crime(malversa\u00e7\u00e3o do er\u00e1rio p\u00fablico). <\/span><b>H\u00e1 uma car\u00eancia vital e absoluta de<\/b> <b>a\u00e7\u00f5es e programas governamentais de motiva\u00e7\u00e3o e est\u00edmulo ao processo educacional. Numa jornada brasileira<\/b> <b>pela educa\u00e7\u00e3o,<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> em todos os n\u00edveis, buscando o envolvimento e a participa\u00e7\u00e3o de toda a sociedade. As pessoas, n\u00e3o entendem e nem aguentam mais programas institucionais feitos de cima para baixo, sem a efetiva participa\u00e7\u00e3o do principal interessado (os alunos, discentes, docentes e acad\u00eamicos), \u00e9 insuport\u00e1vel a Gest\u00e3o e Administra\u00e7\u00e3o dos processos educacionais, sendo efetuadas por uma classe de tecnocratas\/burocratas que n\u00e3o conhecem o dia a dia e o cotidiano das salas de aulas, bem como, das unidades escolares. Sejam dos governos municipal, estadual e federal, esses tecnocratas definitivamente, n\u00e3o conhecem os reais problemas da educa\u00e7\u00e3o desse pa\u00eds. E continuam a repetir as velhas f\u00f3rmulas, conceitos e modelos ultrapassados e equivocados. Assim, algumas medidas de forma imediata e cruciais, devem ser identificadas, no sentido de <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">que o pa\u00eds possa enfrentar os problemas da educa\u00e7\u00e3o de frente e n\u00e3o se utilizar de jarg\u00f5es ou subterf\u00fagios e cortinas de fuma\u00e7a para criminalizar o que j\u00e1 foi feito por gest\u00f5es anteriores, para justificar o que se vai fazer ou n\u00e3o fazer agora. Como se pudesse apagar simplesmente da consci\u00eancia coletiva o que j\u00e1 se viveu at\u00e9 aqui.<\/span><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O que esperar de um ministro de estado da Educa\u00e7\u00e3o, que em entrevistas recentes, tratou a popula\u00e7\u00e3o em geral como \u201ccanibais, baderneiros e v\u00e2ndalos&#8230;\u201d <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">as declara\u00e7\u00f5es, consideradas desrespeitosas, preconceituosas e que atacam direitos garantidos na Constitui\u00e7\u00e3o, ditas por um ministro de Estado da Educa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o no m\u00ednimo indecorosas, desrespeitosas e incompat\u00edveis com o cargo, ainda mais, por ser um servidor p\u00fablico federal, pago com dinheiro p\u00fablico, portanto, \u00a0para trabalhar e desempenhar seriamente \u00e0 sua fun\u00e7\u00e3o. Ali\u00e1s, em outros momentos, por muito menos, do que esse senhor vem falando e fazendo, outros ministros j\u00e1 foram exonerados a bem do servi\u00e7o p\u00fablico&#8230; Como o que disse acerca das universidades p\u00fablicas. \u201cA universidade \u00e9 apenas para a elite que pode pagar&#8230;\u201d Deixando bem claro, que as Universidades p\u00fablicas no Brasil, s\u00e3o um grande \u00f4nus para a sociedade e devem ser privatizadas. Ou ainda, nas quest\u00f5es \u00a0com rela\u00e7\u00e3o as manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas em defesa de projetos que marcaram a campanha do atual governo, como o \u201cEscola sem Partido\u201d. Segundo <\/span><b>o Professor Boaventura de Sousa, (2019), \u201c escola sem partido, \u00e9 a Educa\u00e7\u00e3o sem futuro. \u201c A Escola sem<\/b> <b>Partido \u00e9 um atentado contra a democracia.<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00c9 a institucionaliza\u00e7\u00e3o da censura, porque uma escola sem partido \u00e9 uma escola de um partido, de um partido \u00fanico, da ideia de que s\u00f3 h\u00e1 um pensamento v\u00e1lido, que \u00e9 aquele que \u00e9 difundido e defendido por aqueles que est\u00e3o no poder. E, portanto, tudo aquilo que diverge desse saber e dessas ideias \u00e9 considerado ideologia\u201d.\u00a0 Ou ainda a proposta, defendida por parlamentares conservadores de determinadas bancadas, fala em combater o que chamam de \u201cdoutrina\u00e7\u00e3o de esquerda\u201d e fala em promover valores familiares, religiosos e patri\u00f3ticos nas escolas. O discurso religioso, o combate ao inexistente \u201ckit gay\u201d,\u00a0tudo isso, n\u00e3o enriquece o debate, muito pelo contr\u00e1rio. Al\u00e9m do mais, a sociedade espera dos governos, projetos e investimentos para o desenvolvimento da Educa\u00e7\u00e3o em todos as suas \u00e1reas e, n\u00e3o uma discuss\u00e3o partidarizada, vazia e sem nexo, atrav\u00e9s de declara\u00e7\u00f5es estapaf\u00fardias de um ministro <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">de estado. Antes de mais nada. &#8220;N\u00e3o se pode, a despeito de querer banir uma pretensa ideologiza\u00e7\u00e3o, no processo educacional, tentar impor uma outra ideologia nas escolas. Ao cidad\u00e3o comum, pouco interessa essa discuss\u00e3o sobre a ideologiza\u00e7\u00e3o&#8230; O que ele quer \u00e9 uma Escola de qualidade, na verdade, o que ele argumenta fere um princ\u00edpio constitucional que \u00e9 o princ\u00edpio da liberdade de c\u00e1tedra. E do pluralismo de ideias pelo qual est\u00e1 assentada a nossa educa\u00e7\u00e3o&#8221;. <\/span><b>Diz o\u00a0artigo\u00a0205 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal<\/b> <b>de 1988<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: &#8221; A\u00a0<\/span><b>educa\u00e7\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, direito de todos e dever do Estado e da fam\u00edlia, ser\u00e1 promovida e incentivada com a colabora\u00e7\u00e3o da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exerc\u00edcio da cidadania e sua qualifica\u00e7\u00e3o para o trabalho&#8221;.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00a0Segundo o Professor Jess\u00e9 Souza (2015), &#8220;O problema central da educa\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 que a gente n\u00e3o tem conseguido garantir aprendizagem dos nossos alunos. Esse \u00e9 o principal desafio. E como \u00e9 que a gente pode resolver esse desafio&#8230;? Com mais investimentos, com boa forma\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o de professores, escolas bem geridas, com tempo integral, com material did\u00e1tico de qualidade, com uma boa base nacional curricular. E naturalmente, com o envolvimento da fam\u00edlia e toda a sociedade. <\/span><b>As \u00faltimas pesquisas realizadas (2018), acerca do PIB x IDH, que coloca o pa\u00eds entre as (10) maiores<\/b> <b>economias do mundo,<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> numa rela\u00e7\u00e3o direta de investimentos na educa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia e tecnologia h\u00e1 uma invers\u00e3o de prioridades, no quesito da educa\u00e7\u00e3o parece-me que estamos a d\u00e9cadas patinando no caminho, enquanto outros pa\u00edses se destacam, inclusive entre os nossos vizinhos como Argentina, Chile e Uruguai, n\u00f3s ainda fazemos feio em avalia\u00e7\u00f5es internacionais e s\u00f3 conseguimos fazer com que 1 em cada 10 estudantes terminem o ensino fundamental sabendo o que deveriam em matem\u00e1tica. Para tentar jogar luz sobre o abismo educacional brasileiro, a pesquisa exame, listou uma s\u00e9rie de solu\u00e7\u00f5es, das pequenas \u00e0s grandes, para melhorar a educa\u00e7\u00e3o no Brasil, a chave para um pa\u00eds mais competitivo. Um estudo do Banco Mundial mostrou que apenas 66% do tempo de sala de aula no Brasil \u00e9 gasto efetivamente com o ensino. Outros 34% s\u00e3o desperdi\u00e7ados com atividades burocr\u00e1ticas, como chamada, a c\u00f3pia de deveres de casa ou pedindo disciplina. A cota de \u201cdesperd\u00edcio\u201d em pa\u00edses da OCDE \u00e9 de apenas 15%. Usar sabiamente o tempo em sala de aula \u00e9 uma das mais baratas e <\/span><b>eficientes maneiras de melhorar a educa\u00e7\u00e3o no Brasil. Em pa\u00edses como Dinamarca, Finl\u00e2ndia, Coreia do Sul e<\/b> <b>Noruega<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, os melhores alunos querem ser professores, at\u00e9 mesmo do ensino b\u00e1sico. Pois como uma atividade profissional, reconhecida de grande import\u00e2ncia por toda a sociedade, portanto, o reconhecimento a valoriza\u00e7\u00e3o, uma excelente remunera\u00e7\u00e3o. Fazer a educa\u00e7\u00e3o brasileira se equiparar a destes pa\u00edses necessariamente passar\u00e1 por tornar a doc\u00eancia seja do ensino fundamental, m\u00e9dio e superior muito mais atrativas no pa\u00eds. \u00c9 preciso aumentar a din\u00e2mica da carreira para atrair uma gera\u00e7\u00e3o mais interessada em ascender na carreira profissional, com qualifica\u00e7\u00e3o permanente e <\/span><b>continuada nos Programas de Mestrado e Doutorado para todos os docentes da pr\u00e9-escola, \u00e0 P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o,<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00a0e n\u00e3o \u00a0ficar apenas(30) anos ou mais fazendo a mesma coisa, na maioria das vezes sem nenhuma expectativa e perspectiva de crescimento na carreira, aguardando apenas o per\u00edodo da aposentadoria. As pr\u00e1ticas adotadas em diversos pa\u00edses em v\u00e1rias profiss\u00f5es com \u00f3timos resultados, a meritocracia ainda precisa ser implantada, implementada e difundida de verdade no pa\u00eds, mas com cuidados necess\u00e1rios. Pois a meritocracia \u00e9 um conceito amplo que deve permear todo o sistema: desde a fam\u00edlia na forma\u00e7\u00e3o dos filhos, a sociedade, da escolha dos gestores aos repasses para as escolas, nas diversas etapas do processo. <\/span><b>Mas afinal, para onde aponta a Educa\u00e7\u00e3o no Brasil&#8230;?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><i>**<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400;\">contribui\u00e7\u00e3o do <\/span><\/i><b><i>Professor DsC. Dirl\u00eai A Bonfim, <\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400;\">Doutor em Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Ambiental, \u00a0<\/span><\/i><b><i>Professor da SEC\/BA**Sociologia<\/i><\/b><i><span style=\"font-weight: 400;\">**Cursos\/FAINOR de ADM\/CONT\u00c1BEIS\/ENGENHARIAS\/FAINOR\/2019.1**<\/span><\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professor Dirl\u00eai A Bonfim* Para onde aponta a Educa\u00e7\u00e3o no Brasil&#8230;? Com tantos problemas infraestruturais&#8230;? \u00a0A implanta\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de um modelo contempor\u00e2neo de uma escola que seja compat\u00edvel com as necessidades do s\u00e9culo XXI, XXII e mais. O que h\u00e1 de novo verdadeiramente para a constru\u00e7\u00e3o de uma nova Universidade no Brasil&#8230;? 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