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:: ‘Destaques’

Governo do estado inova e cria motivação para manter o estudante na escola

O governador Jerônimo Rodrigues, ele próprio, gravou vídeo, no qual propõe incentivar os estudantes da rede pública estadual a frequentarem a escola mesmo em período de férias, destacando, inclusive, a oportunidade dos jovens se alimentarem duas vezes ao dia.

Leia a matéria completa a seguir:

Escolas estaduais abertas nas férias: espaços permanentes de cidadania

As férias escolares na Bahia estão ganhando um novo significado com o lançamento do projeto “Férias na Escola com mais Sabor e Saber”, uma iniciativa do Governo do Estado, realizada pela Secretaria de Educação (SEC).

Famílias, comunidades do entorno escolar, voluntários e equipes técnicas envolvidas com o propósito de enriquecer o dia a dia dos estudantes da rede pública durante esse período. Entre os dias 10 e 31 de janeiro, será oferecida  a milhares de jovens uma combinação de diversão, aprendizado e descontração, além de um mergulho nas manifestações culturais tradicionais de cada região da Bahia. As atividades ocorrerão nas unidades da rede estadual de educação.

Todos os inscritos poderão fazer duas refeições diárias na escola. Para que a participação dos alunos seja ampla, garantindo inclusão e acessibilidade ao programa, serão disponibilizados também ônibus de transporte escolar. A expectativa é que mais de 120 mil estudantes de 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTEs) sejam beneficiados com esta iniciativa. É um programa que não parte do zero. Na realidade, é uma expansão do bem-sucedido “Educa Mais Bahia”, que realiza oficinas educativas durante o ano letivo.

O “Férias na Escola com mais Sabor e Saber” oferece oficinas em cinco eixos principais: Cultura Corporal, Arte e Cultura, Saúde e Bem-Estar, Esporte e Lazer e Recomposição de Aprendizagem. Cada uma dessas áreas é projetada para não só entreter, mas também educar e inspirar. Os estudantes terão a oportunidade de participar de uma variedade de atividades, desde esportes e jogos até formas de arte como dança, teatro, artesanato e cinema, refletindo as ricas tradições culturais da Bahia. :: LEIA MAIS »

Prefeita Sheila Lemos reúne com secretários, faz balanço de 2023, planeja ações para 2024 e política fica fora da pauta

A política em Vitória da Conquista está intensa e a prefeita Sheila Lemos, ciente disso, conduziu uma reunião estratégica com seu secretariado. Hoje, no gabinete da prefeitura, eles analisaram 2023 e traçaram planos para 2024, evitando discussões políticas diretas. Sheila preferiu abordar os desafios do ano passado, reconhecendo as dificuldades financeiras e as adversidades causadas pela pandemia. A prefeita enfatizou a necessidade de planejar o desenvolvimento da cidade, considerando Vitória da Conquista como uma das mais importantes do estado da Bahia e do nordeste brasileiro. Apesar da política acalorada, espera-se respeito durante a sucessão municipal, incentivando uma eleição democrática e civilizada, marcada para 7 de outubro.

Confira a matéria fornecida pela Secom da Prefeitura Municipal sobre a relevante reunião desta manhã no gabinete da prefeita Sheila Lemos:

Governo Municipal reúne secretários para planejar 2024 e fazer o balanço das ações do ano passado

A primeira reunião de planejamento estratégico para o ano de 2024, do Governo Municipal, aconteceu na manhã desta segunda-feira (8). Na oportunidade, a prefeita Sheila Lemos definiu as prioridades da gestão que passam pela execução das obras do Acelera Conquista, Saúde, Educação e Assistência Social. O balanço das ações realizadas em 2023, e como as medidas impactaram de forma positiva na vida da população também estiveram na pauta.

No pacote de obras e serviços previstos para este ano estão projetos e ações em diversas áreas. Contudo, manter Vitória da Conquista no rumo de desenvolvimento é o conceito que norteia os próximos passos da gestão municipal.  Sheila Lemos ressaltou os avanços nas áreas da Saúde e Educação e mantém em ritmo acelerado a determinação para que novos projetos sejam colocados em curso.

“A gente entende que todas as áreas são importantes, mas algumas despontam como a principal inquietação, porque são aquelas que lidam diretamente com pessoas, e nós somos um Governo para Pessoas”, disse a prefeita Sheila Lemos.

Balanço 2023

Outro ponto discutido na reunião foram os resultados obtidos ao longo de 2023, os quais mostram que a Prefeitura atuou de forma eficiente em todas as frentes da administração municipal, a exemplo das áreas de Saúde, Educação, Desenvolvimento Social e Infraestrutura Urbana. “2023 foi um ano desafiador para os municípios, inclusive para o nosso, mas tivemos ações expressivas que têm mudado a realidade da nossa população. Há um trabalho consistente sendo feito e isso nos mostra que estamos no caminho certo e vamos continuar neste ritmo de obras e serviços”, pontuou Sheila Lemos.

No pacote de ações realizadas em 2023, está o programa Brilha Conquista que substituiu as antigas lâmpadas de vapor de sódio por LED, que já chegou a quase 100% do município. Além de uma iluminação de maior qualidade para a população da zona urbana e rural, o Brilha Conquista também trouxe mais segurança para as comunidades. :: LEIA MAIS »

Abel Rebouças, ex-Reitor da UESB, de reconhecido preparo acadêmico, falou ao nosso blog o porquê do seu apoio a prefeita Sheila Lemos

O professor Abel Rebouças, reconhecido pelos colegas agrônomos e diversos setores da sociedade de Vitória da Conquista, é considerado um dos profissionais mais preparados do estado. Seu trabalho como engenheiro agrônomo o leva a viajar pelo Brasil e outros países, prestando assessoria na área. Além de seu papel técnico, Abel é um agente político que aprecia a nobreza dessa ciência quando bem praticada.

No passado, o PSD convidou Abel para ser seu candidato à prefeito, mas ele recusou após várias reuniões na praça Barão do Rio Branco. É relevante mencionar que, tanto naquele momento quanto agora, Abel é o suplente de senador do PSD na Bahia.

Recentemente, o professor declarou apoio incondicional à reeleição da prefeita Sheila Lemos, conforme divulgado pelos blogs de Rodrigo Ferraz e Antônio Sena. Intrigado com essa decisão, busquei entender os motivos que o levaram a tal apoio, e aqui está a resposta do professor: :: LEIA MAIS »

Republicanos, de Alan, está sendo procurado pelo MDB, de Lúcia

A sucessão municipal vem ganhando ares de decisão. Fazendo analogia com o futebol, cada partida jogada torna-se uma final, ou quase isso, é só o leitor se inteirar do que está acontecendo nos bastidores da política estadual e local, e assim terá uma noção do que está em evidência, na ordem do dia.

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Com a definição da pré-candidatura de Lúcia Rocha à prefeitura de Vitória da Conquista em outubro próximo, a vereadora começa a movimentar os seus auxiliares no sentido de buscar alianças com outros partidos, e ela não está sendo nada modesta, partiu firme para atrair para junto de si o Republicanos, hoje presidido pelo médico Aloísio Alan, que chegou ao cargo diretivo na expectativa dos seus líderes do estado e nacional de que ele fosse candidato à prefeito, mas Alan resistiu e disse: “não, não serei candidato, estou com Sheila, e ela merece ser reeleita”. Isso após participar de um evento na Câmara de Vereadores completamente lotada, quando ele foi ungido ao cargo de presidente da sigla.

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Dentro desse cenário as coisas vão acontecendo e passam imperceptíveis para a maioria da população, principalmente dos segmentos da política partidária, e quando menos esperam são apanhados de surpresa com os últimos acontecimentos.

A vereadora Lúcia Rocha procurou o Dr. Alan para uma composição, gostaria muito de ter o Republicanos do seu lado e, principalmente, formar uma chapa para disputar a eleição municipal. :: LEIA MAIS »

Zagalo foi um símbolo de brasilidade, um exemplo de amor à pátria. Pessoas como Zagalo não morrem, são eternizadas

Em 1970 eu era apenas um menino, um jovem, eu começava a entender um pouco mais as coisas, o mundo real, não aquele experimentado nos meus primeiros 12 anos vividos na minha inesquecível terra, a querida Condeúba, e depois os tempos da minha juventude aqui em Conquista, cidade que veio a ser a minha paixão, e eu sou verdadeiramente apaixonado por ela.

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Copa de 70, primeiro grande feito no esporte, no futebol, que o Brasil conquistara e despertou o sentimento de amor à pátria, o orgulho de ser brasileiro.

A seleção em si já era um monumento, era uma composição de mestres da bola, de craques, de homens que sentiam orgulho de vestir a “amarelinha”, nome dado por Zagalo e que foi adotado pela torcida brasileira.

Ao executar o hino nacional antes de começar os jogos, todos os jogadores o faziam com a mão esquerda sobre o peito e o gesto era acompanhado pelos reservas, comissão técnica e também pelos milhares de torcedores que estavam nas arquibancadas.

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Evidente que a nossa seleção era sinônimo de vitórias, uma atrás da outra, era uma constelação de estrelas que brilhavam dentro de campo, tinham luz própria. Capitaneados por Pelé, eram jogadores que nos traziam, jogo após jogo, emoções que só o Divino Mestre poderia nos explicar.

Sim, eram eles que nos faziam felizes, mesmo com o placar adverso em algumas oportunidades, sabíamos que a vitória viria no final, era uma questão de tempo.

O comandante do nosso time imbatível da Copa de 70, no México, já fora campeão mundial como jogador em 1958 e 1962, ao lado dele já tinham “monstros” sagrados do futebol, a axemplo do menino Pelé, Garrincha, Nilton Santos, Didi, Djalma Santos e Gilmar. Estamos falando do predestinado Zagalo, mais que um comandante, um líder, o verdadeiro líder, aquele que não impunha sua condição de tal, mas que cada gesto, cada palavra, era assimilado pelos jogadores dentro e fora de campo. :: LEIA MAIS »

Vida e Morte Descobertas – Cultura di Fato

Por Marco Jardim

Debruçado sobre a escrivaninha da antessala do meu quarto, no apartamento que fica aos fundos do pátio da minha casa, na rua Joana Angélica, interior da Bahia, senti um frio percorrer a espinha, como um sopro.
Larguei os utensílios necessários para a escritura, as penas e a tinta, despertei o coração cansado e escutei os passos.
Passos sobre as telhas de barro.
No terreiro ao lado da casa, os ogãs, com o ibê e o ilú salientes, puxavam a voz de uma velha senhora que, em língua afro-cubana, cantava aos mortos.
“La muerte esta con nosotros”, celebrava a mulher com autoridade.
Senti outra vez a friúra no corpo tremido e fiquei profundamente impressionado.
Saí ao átrio, havia um vento farfalhando nas folhas da pitangueira miúda à qual fui recentemente presenteado e tratei de auscultar, na ânsia de reconhecer os rumores.
Sobre o banco de ladrilhos, meu gato branco olhava para mim, como que espantado.
Esquadrinhavam-me também o livro de capa amarela, a fotografia em preto e branco feita por meu pai há quase trinta anos, a face de uma Madonna com sombra azulada sobre os olhos e as pequenas estatuetas budistas de bronze, estas viradas de costas para a porta de madeira gasta.
Não sei bem o que em mim querem lembrar. Por que me miravam?
“Que opinas desta foto? Como me veo?”, sussurrou uma alma quase aos meus ouvidos.
A pergunta inestimável, feita em espanhol, sem que eu me recordasse de átimo o contexto, deveria ser fruto dos meus pensamentos.
Mas, ali, naquela noite quente de fim de ano, parte do mundo – o que me cerca, mas não me insula – induzia, pelo olhar, a que eu opinasse sobre tudo e todos à volta, como se formasse juízo de vida e de morte.
Olhavam para mim – o gato, o livro, a fotografia, a sombra – e talvez quisessem descobrir, como no relógio sobre a mesa, alguma busca ou um impulso.
“Quem sou? Para onde vou?”, murmurou a voz desconhecida outra vez.
Não teria feito a menor diferença se fosse uma passagem pela Baker Street ou uma viagem de trem ao redor do mundo.
Fosse um bar à beira-mar ou um café na Serra, em Minas.
Qualquer lugar que eu estivesse – e calhou de ser o pátio onde vejo as estrelas enquanto, sozinho, fumo um cigarro de palha -, eu estaria só, intoxicado em meu próprio medo.
Entre bilhões de humanos, eu estava ali, visto por alguém que não entrevia.
Foi quando notei, sobressaltado, na escuridão diligente da noite, um homem.
Um homem descorado como um céu branco escorrendo dos olhos.
Meu Deus, autor do mundo, diga-me: estava eu a sonhar?
Entre o plano físico e o que de imaterial há, não deveria aquilo ser real.
Mas trago à memória – e pasmo estou – um fato: este homem me olhou, ali, perto do caqueiro de cimento, coberto de brumas.
De onde veio? De que norte?
Nada seria ainda mais assombroso, no entanto o estranho homem que jazia falou.
“Pare de tanto andar, pensar e pretender mover o mundo”, disse ele, em tom imperioso.
Disse, ainda, que preciso reorganizar as minhas forças armadas, abraçar causas até onde meus braços alcancem, e não além.
Contou que um dia terei um sítio, um lugar rústico, com uma pequena horta e um pomar.
E, dos lábios que mais pareciam feitos da borracha do dia, disse-me que, ultimamente, deixei de existir.
Durante a conversação, cessaram os atabaques da vizinhança.
O som, agora, era quase etéreo, como se precipitasse o amanhecer.
O homem, alheio de si, ainda afirmou que, um dia, criaremos, juntos, obras de real imaginação.
Ah, aquele homem era estrangeiro, que nem eu.
Deixava ali as velhas vestes de seu destino para adotar uma nova humanidade.
Um homem que, de tão morto, quase dormia aparentemente em vão.
Parecia ter, perto do termo, uma consciência sobre si e sobre o que faria depois, servindo de inspiração.
“Viver é agora e, logo mais, pode não ser”, ainda teve tempo de dizer, antes de morrer.
“Muerto, muerto esta. Ni muerto acaba su penar”, voltou a rezar a velha senhora do terreiro ao lado.
Entre o espanto provocado pelo diálogo austero, os olhares e os sons dos tambores, vi cada gesto, em cada segundo seu, que parecia me dizer que aquele homem era eu.
Farei, então, se preciso for, exatamente assim: morrerei este homem em mim.

 

Falta de projeto e de planejamento

Por José Maria Caires

Nenhuma cidade do mundo prospera se não tiver água suficiente para o consumo. Os mananciais hídricos são decisivos para atração de investimentos, mesmo que a economia predominante seja serviços, como é o caso de Vitória da Conquista, cujo PIB (produto interno bruto) que num passado recente era maior percentual oriundo da agricultura. Hoje cerca de 70% da riqueza da cidade vem dos serviços de educação, saúde e também do comércio, mesmo assim precisa de água para assegurar o crescimento. Nossa cidade deixa de ser atrativa para indústria, que é uma área econômica geradora de empregos, e tem perdido investimentos exatamente por falta de água.

Todos sabemos que nossa região depende de água dos mananciais de Barra do Choça, que não sustentarão o crescimento de nossa cidade. Atualmente os reservatórios de ÁGUA FRIA I e ÁGUA FRIA II acumulam juntos 6 milhões de metros cúbicos, insuficientes para atender atual demanda. Mesmo com a construção da barragem do Catolé, prevista para ser concluída em 2027, não atenderão suficientemente nossa região por mais que duas décadas.

Além da construção da barragem do Catolé, temos ainda duas alternativas, mas sem planejamentos ainda. A primeira opção e mais econômica é utilização do reservatório de Anagé, com capacidade para 300 milhões de metrôs cúbicos, o que equivale a 50 vezes as duas barragens que atendem atualmente. Quero dizer mais, se instalar um fusegate, equipamento muito utilizado nas barragens, será possível aumentar em até 25% da capacidade no reservatório do Rio Gavião. Seriam mais 70 milhões de m3 numa obra pronta. :: LEIA MAIS »

Ações preventivas realizadas pela Prefeitura evitaram alagamentos nas últimas chuvas

Desde a noite de quinta-feira (4), a Prefeitura de Vitória da Conquista monitora pontos na cidade que inspiram cuidado e analisa os prejuízos, a exemplo do grande galho de árvore que caiu na Avenida Olívia Flores. No início da manhã desta sexta-feira (5), máquinas e mais de 100 servidores estavam em várias frentes de trabalho. A prefeita Sheila Lemos e o Comitê Permanente de Gestão de Crise vistoriaram vários locais da cidade.

“Tivemos nas chuvas de 2021 e de 2022, os maiores índices pluviométricos que o município já tinha recebido nos últimos 70 anos. A partir dali, nós começamos a nos preparar, por isso instituímos o Comitê Permanente para que em qualquer eventualidade estejamos todos preparados para agir imediatamente. Então, hoje, estamos realizando a limpeza dos canais e das vias públicas, monitorando a zona rural e a cidade”, comentou Sheila, durante a vistoria.

A prefeita informou que até o momento não houve intercorrências graves e não há desabrigados ou desalojados, mas lembrou que o final de semana será chuvoso e que a população deve permanecer em alerta e, caso haja necessidade, ligar para a Defesa Civil pelo número 199.

O primeiro ponto inspecionado pelo grupo foi o canal do Santa Cecília que recebeu muita terra por conta das obras que são realizadas no Panorama. Mas, graças, a esta obra de macrodrenagem, com a construção de uma bacia de detenção na parte baixa do loteamento para receber a água da enxurrada e liberar, de forma moderada, para o canal do Santa Cecília e de lá para o Rio Verruga, não houve inundações em algumas áreas centrais, pois a vazão da água é controlada pela bacia.

A informação foi confirmada pela moradora Nelma Célia Nogueira, que há quatro anos seguidos sofria com a inundação em sua casa e no comércio do marido, além da perda de seus móveis e eletrodomésticos. “Foram quatro anos perdendo tudo dentro da fábrica do meu marido, dentro da minha casa. Mas, graças a Deus, com essa prevenção realizada pela Prefeitura, esse ano não entrou água na minha casa e eles estão me ajudando muito, limpando, e eu espero também que a população não jogue tanto lixo nos córregos”, disse Nelma, que mora há sete anos num imóvel ao lado do canal.

No Panorama, parte das ruas foi bastante danificada. A Prefeitura já está trabalhando em alguns pontos, mas devido ao solo que está muito molhado não será possível fazer o patrolamento. “Aqui no Panorama e no Bateias, loteamentos altos e ainda sem pavimento, foram os mais atingidos, mas, assim que for possível, as máquinas entram recompondo o patrolamento das ruas. E assim que passar esse momento de chuva, a gente começa com a pavimentação no Panorama e com a drenagem no Bateias 2”, explicou a prefeita.

Na Avenida Brumado, uma equipe também realizava a limpeza da via, que já teve a obra de revitalização iniciada pelo Governo Municipal, mas que por conta das chuvas precisou ser parada. Já na Lagoa das Bateias, ponto onde mais choveu no município, nas últimas horas, a prefeita observou que os serviços de limpeza realizados nos últimos meses foram eficientes. “As águas que desciam da Lagoa das Bateias acabavam alagando parte do bairro Campinhos e, desde a última chuva, com os trabalhos que foram feitos, graças a Deus, não houve nenhum tipo de intercorrência”, ressaltou Sheila. :: LEIA MAIS »

Curtinhas do Massa – Dia 05/01/2024

O MDB sustenta a candidatura de Lúcia Rocha à prefeitura de Vitória da Conquista. Lúcio Vieira diz que o nome de Geraldo Júnior à prefeitura de Salvador é uma decisão que não passa por um recuo da vereadora em nossa cidade.

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Na última quarta-feira, 3, o engenheiro agrônomo, Claudionor Dutra, ex-Reitor da UESB e que também já presidiu a Coopmac, manifestou apoio à candidatura de Lúcia Rocha.

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Não obstante essa movimentação que acontece em torno do nome da parlamentar municipal, Waldenor Pereira tem buscado incansavelmente o apoio do MDB à sua pré-candidatura.

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E o pré-candidato do PT está confiante que esse apoio virá. O filho de Caculé, que também já foi Reitor da UESB, é dotado de resiliência e, por isso mesmo, não desiste de ter Lúcia ao seu lado.

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Em meio a esses ruídos todos, o deputado petista Jorge Solla, PT, disse que todos os partidos da base estão apoiando a candidatura de Waldenor, inclusive ele.

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A prefeita Sheila Lemos continua cumprindo agenda administrativa, ela entende que assim estará pavimentando a sua busca pela reeleição.

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Os R$160 milhões aprovados pela Câmara de Vereadores deram-lhe um fôlego, e isso é um contraponto ao apoio que o seu adversário, Waldenor, tem dos governos estadual e federal.

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Sheila respira tranquila, pelo menos é o que seus assessores asseguram: “a prefeita está focada no que ela terá que fazer como gestora da cidade. A disputa eleitoral é depois”, asseguram.

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Outra coisa que Sheila está deixando para frente é a escolha do seu vice, que, conforme noticiam, a lista é grande. “Sinceramente, não sei mesmo quem será. Deus haverá de me orientar”, me disse a prefeita. :: LEIA MAIS »

Léo Pretto é axé na veia. Hoje, ao vivo, no Agito Geral!

Um dos mais festejados propagadores do axé em Vitória da Conquista e região é o filho da terra, o cantor Léo Pretto, que nunca “deixou a peteca cair”, ou seja, jamais negou a sua essência, o seu agradecimento ao ritmo que sempre lhe deu régua e compasso.

Léo tem uma relação estreita com os artistas baianos e tudo isso porque é um “boa praça”, carismático e se relaciona bem com tudo e com todos. Sorrisão estampado no rosto, esse é o seu passaporte, no bate-papo com amigos, no palco ou no trio elétrico.

Essa figura que canta porque gosta e sabe, fará um grande evento no próximo dia 27 de janeiro, uma espécie de prévia para a festa momesca, que leva o sugestivo nome de Grito de Carnaval, ou seja, ninguém vai perder. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo


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