Com a definição do nome da professora universitária e advogada Luciana Silva como companheira de chapa do deputado Waldenor Pereira, que busca se eleger prefeito de Vitória da Conquista na eleição deste ano, houve um certo alívio para os militantes do PT e da própria esquerda que apoia a candidatura do ex-reitor da UESB. Os caminhos indicavam uma possível aliança com o MDB, que apresenta a vereadora Lúcia Rocha como pré-candidata, e o governador Jerônimo Rodrigues insistiu até os últimos dias em uma composição entre os dois nomes, para evitar uma disputa interna entre os dois partidos.

As manifestações de desagrado dos petistas eram visíveis e diárias, principalmente através das redes sociais. “Nós não nos sentimos confortáveis em ir às ruas pedir votos com uma composição tão retrógrada”, disse um petista raiz, caso a vereadora Lúcia aceitasse ser vice de Nonô.

Assim, ninguém tem mais do que reclamar. Agora, é seguir os passos de Nonô e Luciana, e dar continuidade à discussão do PGP nos bairros da cidade, na tentativa de levar uma mensagem convincente aos eleitores de que “é preciso mudar, precisamos retornar com o modelo administrativo que Conquista experimentou nos 20 anos de governo do PT”, discursam os deputados Waldenor, Zé Raimundo e o ex-prefeito Guilherme Menezes.