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:: ‘Valdir Barbosa’

AÉLIO

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Por Valdir Barbosa

Talvez fosse ele o menor, em estatura, dos Tavares da Mota, muito embora, a envergadura moral de alto coturno fosse característica sua como de resto, dos filhos e filhas todos, de Dona de Doralice e Seu João Batista, casal vindo do estado de Sergipe que aportou nas terras frias do sudoeste baiano, onde ambos fizeram história, nos trilhos de honestidade, retidão e esforço, exemplos do bem seguidos pelos seus descendentes.

Ainda engatinhava como Delegado de Polícia, lotado em Itapetinga, quando pude conhecer dita figura, no crepúsculo dos anos setenta, pois passei a visitar com assiduidade Vitória da Conquista, na esteira da atividade exercida, mas, principalmente, fisgado pelos anzóis das amizades que pude construir ali e pelos amores que enredaram meu destino nas alterosas baianas, sitio que veio se tornar minha segunda urbe, vez que, soteropolitano de nascimento, consoante já afirmei em outras oportunidades. :: LEIA MAIS »

Serão de Prazeres

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Por Valdir Barbosa

Olhei em volta postado na varanda até onde a vista alcança observando as luzes das casas e apartamentos cintilando. Acima, na abóboda celeste, estrelas também reluziam e abaixo, na praça, a dança das águas bailando nas fontes luminosas, sob as arvores seculares do Campo Grande coloriam o ambiente.

A cidade adormecia, após a primeira segunda-feira do mês de junho que findava e eu, normalmente entregue ao sono nesta hora testemunhava o chegar da meia noite, a natureza mudando de turno, outro dia nascendo, nova terça-feira vindo para cumprir este movimento permanente que compõe a vida. Esta incrível vida, onde as coisas parecem se repetir, mas, na verdade, palco onde tudo muda a cada segundo cumprindo seu desiderato de ir em frente, sem recuos.

Do mar que circunda a cidade por todos os lados, seja no prolongamento da Ondina, Amaralina, Pituba, Itapuã adiante, cujas nesgas posso ver nos dias claros, conseguia divisar suas águas agora escuras, ao lado oposto da sacada, adornado pelos refletores da ilha, em frente ao Corredor da Vitória, pelas lâmpadas que dele emergem desde a Marina seguindo o quebra mar, o forte de São Marcelo e findam ao longe, na Colina Sagrada do Senhor do Bonfim.

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Páscoa consoladora

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A urna desce e o choro deste meu amigo de agora e irmão nas sendas do infinito cósmico, se torna convulso. Naquele ambiente envolvido em densa emoção, todos os presentes viajam, como ele, ao começo. Por obvio, as lembranças de quando viu vir uma das cordas do seu coração e agora é obrigado a ver partir, por prematuro, afloram com ênfase dolorosa, no instante maior da despedida.

Ele e a cúmplice promotora da existência pranteada, responsável pelo dom divino da maternidade, ambos inconsoláveis recebem dos próximos mais chegados, afagos de apoio no imenso sofrer, meras tentativas inúteis por diminuir suas duras penas. :: LEIA MAIS »

Romero, o leal

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Por Valdir Barbosa

Muitos anos atrás, já se vão quase trinta, desfiava minhas penas, ao lado de Romero Leal, delegado de scol da polícia pernambucana, como outros tantos de idêntico quilate. Além dos seus conterrâneos, amalgamávamos esforços junto a parceiros sergipanos, paraibanos, cearenses e potiguares, dos quais me permito não citar nomes, posto poderia olvidar algum destes, porém, seus rostos, suas vozes e atitudes estão e estarão sempre guardados na memória deste velho homem de polícia que completou, no dia vinte e três do janeiro fluindo, quarenta e três anos contados, a partir da primeira vez que assumiu as funções de autoridade policial, na longínqua Itapetinga, cidade fincada no sudoeste baiano.

Naquela época, viandantes peregrinos incansáveis, no afã de combater o crime percorríamos ombreados os sertões tórridos deste imenso Brasil, caçadores sem tréguas dos mais diversos tipos de delinquentes, responsáveis por crimes de extorsão mediante sequestro, roubos a bancos, carros-fortes e homicidas sanguinários, assim, a junção destes esforços possibilitou ações exitosas, responsáveis por desbaratar quadrilhas insolentes, atuantes em todo norte e nordeste do país.

Entretanto, minhas visitas, mesmo laborais, a terra cuja capital guarda pontes fincadas sobre os Rios Capibaribe e Beberibe, canto do frevo e de homens cuja têmpera é forjada pelo mais inoxidável aço guardava em meu íntimo, circunstância afetiva peculiar. Sim, porque no final da passada década de quarenta, meus pais, Adauto e Walneide, nas asas de paixão avassaladora deixam seu berço e seguem para o sitio onde nasci – Salvador – juntamente com meus irmãos e ali se estabelecem, até quando nosso patriarca mudou em definitivo de plano. Dona Walneide, invadindo a casa dos noventa, ainda passeia sorridente e augusta, nas plagas que escolheu como segunda urbe. :: LEIA MAIS »

Mansidão

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Por Valdir Barbosa 

Sempre que posso, nos derradeiros anos deixo o aconchego de minha morada e atravesso a rua, para assistir, no Largo do Campo Grande, uma das efemérides mais brilhantes que ocorrem em Salvador. Instituída há vinte um anos, pelo iluminado Divaldo Franco, ali, homenagens são rendidas em louvor a PAZ.

O magnífico artista, músico, compositor, cantor, Nando Cordel abre as festividades, em seguida, plêiade de figuras oriundas de todos os credos – Espíritas, Católicos, Umbandistas, Evangélicos – manifestam suas ideias, em breves discursos cheios de sabedoria tratando do tema, por fim, uma cascata de argumentos derramados pela voz e vinda nas palavras do anfitrião brilham bem mais do que todas luzes, este ano adornando com rara beleza, a praça onde acontece o encontro encantando todos presentes, lhes pondo mergulhados em profunda emoção, imenso prazer, efusivo contentamento. No entremeio, personalidades e instituições recebem comendas, em função de ações por elas praticadas, beneméritos gestos que lhes dignifica e distingue, por isto, a homenagem pública.

Fi-lo ontem. Levado pelas mãos de minha Roberta, espírita convicta, praticante, ao lado do filho e sobrinha amados, nos tornamos parte daquela legião composta pelas muitas centenas de assistentes e estivemos horas frente ao palco sorvendo o néctar da energia benfazeja dele emanada. :: LEIA MAIS »

Valdir Barbosa fala sobre segurança pública

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Nosso blog propõe aos nossos leitores uma leitura leve e que propicie a todos informações que possam trazer benefícios, principalmente sobre o que acontece no cotidiano da nossa cidade.

Estamos as vésperas das eleições 2018, quando elegeremos o Presidente da República e também deputados federais e estaduais, além de senadores, e você,  naturalmente, está querendo definir o seu voto, daí resolvemos publicar no nosso veículo matérias sobre temas que estão na ordem do dia. Segurança é o primeiro assunto que trataremos aqui. Vejam, por exemplo, o que pensa o candidato a deputado estadual pelo PPS, Valdir Barbosa: :: LEIA MAIS »

O tempo e o amor

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Por Valdir Barbosa

O tempo passa, o mundo gira, a vida flui,

Pra tudo há tempo, não carece alvoroço,

Velocidade disciplinada ele possui,

O tempo é justo, para o velho e para o moço,

Frente a feridas é fenomenal unguento,

Por ele vertem os delírios das paixões,

Mas, no seu colo vive a cura do tormento,

Seu leito afoga a dor das velhas ilusões, 

Claro inexiste qualquer mal que sempre dure,

Como também as coisas boas são finitas,

Basta esperar que o grande tempo lhes procure,

Porém, o Gênio Divinal do Criador,

Deixou no ar coisa que o tempo não acaba,

O doce enlevo incrustado no amor.

Arte Iluminada: Ed Ribeiro

Trinta e Oito Canela Seca

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Por Valdir Barbosa

Na segunda feira desta semana findando, me pus a caminhar, tão logo o sol derramou seus primeiros raios dourando a bela lagoa postada numa das entradas de Itapetinga, cartão postal da cidade que me viu nascer como homem de policia, no abrir dos idos de 1976.

O domingo voara, pois estive na companhia de filha, genro, netos e amigas e amigos, tais quais, Jeremias do INSS, Benjamim Matos, provando as delícias dos acepipes de Joanita Xavier, maga da cozinha naquelas paragens, não tendo sido completa a festa, por conta da pífia apresentação do time brasileiro, frente à Suíça.

Pude ver viatura da Policia Militar, em serviço de ronda passando pelas imediações do Tiro de Guerra, nela – camionete nova, do tipo Ranger – dois prepostos devidamente paramentados e armados convenientemente.

Adiante, vez seguia em marcha acelerada ultrapassei dois senhores, para mim desconhecidos, porém, pude ouvir o teor de seu colóquio e agora cuido de reprisar fala de um destes: “Naquele tempo era fusquinha, um trinta e oito canela seca, nada de colete a prova de balas, nem fuzil, mas o povo respeitava a polícia”. Obviamente, aqueles homens simples tratavam de uma questão realmente preocupante nos dias correntes, a inversão de valores. :: LEIA MAIS »

Sinais

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Por Valdir Barbosa

Sempre estive atento aos sinais que brotam em nosso íntimo, desde quando, ainda muito jovem sentia os efeitos daquilo costumeiramente chamado, intuição.

Meu dileto amigo Pedro Lino, parceiro do tempo juvenil, a época do Colégio Antônio Vieira, os intitula bolhas. Segundo diz, elas são levemente estouradas em nosso juízo, a título de advertência, ou indicação ao quanto respeita qual caminho deveremos seguir, na possibilidade de acertar face às suas iluminações. :: LEIA MAIS »

Dia das Mães

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Por Valdir Barbosa

Hoje, segundo domingo de maio caindo no dia 13, época em que se convencionou dedicar às mães, duas datas magnas também são comemoradas.

Na Cova da Iria, em 13 de maio de 1917, a Mãe das Mâes aparecia pela vez primeira aos pastores meninos, fenômeno que se repetiu por seis meses seguidos, lhes revelando três segredos. Ali foi construído Templo, em louvor ao milagre, agora, palco de romarias incessantes, destarte, até lá, milhares pessoas vindas de todas as partes do mundo rezam sem parar, diante do cenário abençoado.

Da varanda do meu canto, prolongar do ambiente onde escrevo estas linhas, me permito ver a capela de N. S. de Fátima, contígua ao colégio no qual obtive as bases do conhecimento e aparas de meu caráter, palco no qual transitei dos cinco aos dezessete anos, o secular Antonio Vieira, Santuário igualmente construído em Sua Glória. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo
blog do marcelo


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