WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
cdl vca natal


dezembro 2017
D S T Q Q S S
« nov    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

cicatriza residencial por do sol

:: ‘Edvaldo Paulo’

Testemunhas do passado

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu, em seu último livro “A identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunha do passado, diz que eles são nosso espelho,  e que, através deles, podemos nos olhar.

Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra  a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão.

Num papo descontraído com um amigo, o Tenente Coronel Ivanildo da honrosa Polícia Militar, lotado no comando de Vitória da Conquista-Bahia, ele narrava a sua história, em que falava de ensinamentos e atitudes proativas do seu saudoso pai, o Senhor Joaquim Pedro da Silva (Cícero) soldado da Policia Militar da Bahia. Fatos e ensinamentos de uma relação assim vão além do que se possa imaginar, não apenas na memória, mas na alma, na forma de se comportar e proceder pelo caminho da vida de um filho dedicado e honrado. Esses ensinamentos são tão arraigados em seu espírito, que  se instalam absolutos no seu estado de consciência. O meu amigo Ivonildo é uma testemunha viva do bom homem que fora seu pai, transmite com orgulho a historia dele, com alguns  causos como o querido escritor Ariano Suassuna. Disse-me que seria registrado com o nome de Cícero, mas o tabelião lá em Aurora – Ceará, na época, rejeitou dizendo que esse nome era só do Padrinho Padre Cícero, fazendo com que o registrasse com outro nome.

Apesar de não constar no registro, adotou o nome de Cícero para a sua vida de luta. O Coronel Ivonildo é real testemunha de um passado diferenciado e totalmente voltado para o bem, com testemunhos e exemplos que  levará para suas duas filhas e elas para seus filhos, netos do meu amigo.

Sempre em rodas familiares onde se conversa frutiferamente, aparecem sempre lembranças daqueles que se foram para o outro lado da vida.Na minha família, sempre fazemos isso e cada uma fala das suas lembranças de nossos velhos, suas atitudes, seus ensinamentos, seus modos engraçados, seus jeitos de ser e, muitas vezes, choramos de emoção e eternamente seremos testemunhas de um passado de luz de nossos velhos. Mantemos sempre essa ligação de amor pelo espaço da divindade espiritual, como forma de mantê-los vivos no nosso meio de maneira natural e no apelo da saudade, pelo gesto sublime do amor. :: LEIA MAIS »

Sorrir

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo
Sorrir é uma expressão de alegria!
Quanto custa um sorriso? É só o ato de sorrir. São intermináveis os significados de um sorriso, não é apenas o ato de entreabrir os lábios, deixar exposta a dentição e, sim, a expressão de bem-estar, felicidade, gentileza e, muitas vezes, as boas vindas do coração. Pessoas que sorriem são sempre pessoas bem-vindas, dificilmente adoecem e por onde andam espalham flores ao seu redor em forma de contentamento e felicidade. Pessoas que sorriem são de uma beleza indescritível, mesmo que não tenham os atributos formalizados como belo, esse atributo é muito superior. Um sorriso eleva quem sorrir e ajuda por demais quem o recebe. Um sorriso é sempre um ato de gentileza. Tem lugares absolutamente carentes de sorriso e gentileza. Outro dia, estava em um consultório médico e chegou uma senhora idosa e muito simples e fora atendida por uma secretária, ou que o valha, desprovida de gentileza e sorriso. Verdadeiramente aquela que chamamos de mal com a vida e de bem com grosseria, incompreensão e a falta de gentileza.
Após o ríspido atendimento, a senhora perguntou se ela estava doente o que, pronta e rispidamente, respondeu que não, e ainda disse que, pelo que estava posto, era ela, a senhora que estava. Gentilmente e com voz baixa e meiga, a senhora disse: – pois é, sou velha e estou doente, mas não esqueço de ser educada, gentil e do sorriso que tenho. Apesar de estar doente e por isso estou aqui ,esses atributos é a resposta pela satisfação que tenho de viver e tentar buscar de volta a minha saúde. Todos que ali estavam entenderam e gostaram da mensagem para aquela pobre criatura, se ela tivesse bom senso era um bom motivo para repensar suas atitudes. Está provado que, em muitos consultórios, o grande remédio é atenção, o ouvir, a orientação gentil e educada. A pessoa doente normalmente se encontra fragilizada em todos os aspectos e sente com mais profundidade um gesto gentil. :: LEIA MAIS »

Dê descanso ao seu domingo

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo

Antes de começar uma reunião do CFC – Conselho Federal de Contabilidade, em Brasília, estava conversando com meu amigo Cesar Buzzin sobre as nossas rotinas do dia a dia, alguns costumes e vícios que nos tornam meio mecânicos. A nossa discussão versava sobre a quantidade de atividade que desempenhávamos. Chegamos à conclusão de que precisamos dar descanso aos nossos domingos e feriados.
Sempre vejo as pessoas questionarem outras – o que fez no domingo? – Alguns respondem com um ar de fracasso dizendo que nada fez. Outras já dizem terem realizado várias atividades. Quem é vitorioso? Quem nada fez ou quem muito fez? Para mim, o que muito fez talvez goste de chegar à segunda-feira estressado, cansado para a suas atividades da semana; já eu prefiro o ócio.
Por que Deus, ao fazer o mundo, descansou no domingo? O que significa descansar? Pelo meu entendimento, é nada fazer. É relaxar, gastar o tempo com coisas de que gostamos mas, principalmente quando estamos a fim de fazer.

O Rabino Nilton Bonder, num belíssimo texto sobre o assunto, diz:.

​As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado… Quem tem tempo não é sério, quem não tem é importante. Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos. Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é um interrupção.
O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair: literalmente, ficar desatento; é uma atenção – de ser atencioso consigo e com a sua vida.
A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é: o que vamos fazer hoje? –Já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo. Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande “radical” livre que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria. :: LEIA MAIS »

Dar o melhor de si

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo

Sou da teoria que o homem é que faz o cargo e não o cargo é que faz o homem. Também penso que, antes de reclamar da sua renda, faça-a ficar pequena dando o melhor de si. Caso fique só reclamando e não se dedicando, ela termina ficando enorme, pois a troca torna desigual. Apesar de a esmagadora maioria achar o contrário. O meu professor do ginásio, o inesquecível Dr. Orlando Leite de saudosa memória, com suas tiradas de muita inteligência, dizia, já naquela época, em 1969, que “um diploma de advogado sem saber nada de graça é caro” e assim convidava o alunado a estudar, a se aplicar e aquele que tivesse apenas o interesse na nota poderia sair da sala, pois a nota ele daria. Ele dava o melhor de si com lições, ensinamentos, citações e incentivo aos jovens alunos, tendo sido, para mim, de grande valia. Revendo aqui, no Museu do Louvre, o quadro A Mona Lisa, fiquei a pensar: Leonardo da Vinci, quando o pintou, teria imaginado que sua obra se tornaria o quadro mais popular e conhecido do mundo? Que sua admiração atravessaria gerações e que cópias se espalhariam por lares no mundo inteiro? Não sei, confesso, mas de uma coisa tenho certeza: Leonardo deu o melhor de si naquele momento, naquela obra.
Muitos homens emprestam dignidade e honradez aos cargos que ocupam dando a estes um brilho todo especial e um destaque maior do que outros que ocupam, hierarquicamente, cargos maiores. Acontece também o contrário; homens que ocupam cargos grandiosos achando que o estão exercendo com brilho quando, na realidade, só servem para gracejos de pessoas que os rotulam como “incompetentes”, mas os tapinhas carinhosos dos capachos, estão sempre a afagar os seus egos. Sobre isso, o Presidente Lula definiu muito bem, em um jantar de que participei em Brasília, que contou com sua ilustre e agradável presença e do simpaticíssimo Vice-Presidente, o Sr. José Alencar. Neste momento, o senhor presidente, ao se referir a estes famosos “tapinhas”, dizia que político, quando sai de cargos importantes, nem “vento” leva nas costas (risos). :: LEIA MAIS »

Contentamento

Edvaldo

Meu tio Anísio sempre me dizia “quando for reclamar da vida, olhe pra trás e veja o tamanho da fila que gostaria de estar no seu lugar”. Ele era uma pessoa que jamais reclamava, sempre feliz, sempre contente e sempre agradecendo a Deus pelo seu momento, pelo seu dia e sempre, sempre num estado de paz inigualável. Sempre brincando com seus amigos, sempre a piada certa nos momentos certos.
Tio Anísio foi o segundo esposo de uma tia muito querida. Quando o conheci, eu estava na adolescência e tive com ele ensinamentos importantes. Alguns segui imediatamente, e outros só com a maturidade e sofrimento passei a compreender a sua grandeza. Até nisso ele estava certo. Um dia, me disse que, às vezes, pessoas queriam, a todo custo, que outras compreendessem os seus ensinamentos, mas que não adiantava, era só deixar a semente plantada, pois um dia ela germinaria e daria frutos, ou seja, só com o devido amadurecimento compreenderíamos certas posições na vida.
Outro dia, estava na praça Marabá com ele quando encontrou alguns de seus amigos aposentados. Quando ele chegou, foi aquela alegria, todos perguntavam onde ele esteve e por que sumiu, ao que ele respondeu: “estou cansado do cheiro de vocês”. Claro que todos responderam que sempre estavam perfumados, etc. Ele disse que de nada adiantaria pois eles eram velhos e todo “velho fedia”. O Seu Otávio, o mais elegante, disse prontamente que sempre tomava banho duas vezes ao dia e, além de um bom desodorante, estava sempre impregnado com seu autêntico perfume francês. Meu tio Anísio voltou a insistir que de nada adiantava já que o fedor era muito superior ao seu perfume, haja vista que “eles carregavam dois ovos goros e um pinto morto debaixo das pernas”, foi aquela gargalhada! Ele era assim. :: LEIA MAIS »

A fita amarela

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Ano 1960, morava em Potenza, Itália. Em nossa cidade, os jovens, ambiciosos, partiam cedo em busca de melhores dias para eles e suas famílias. Há muito, sonhava com essa possibilidade, só não o fazendo por amor a uma ragazza amada, minha primeira namorada e primeiro amore, Nina Chiarelli, além de deixar minha querida e amada mãe. Já não tinha o meu papa, que se fora cedo para o outro lado da vida, deixando-me ainda pequeno, fui criado pela minha mama. Minha madre sempre me apoiava e dizia, “vá, filho mio, não se preocupe comigo, em busca de dias melhores para tu e tua família que virá, sabes que aqui não terás muita chance e dizem que, no Brasil, tem muita fartura e todos que para lá partem se enriquecem”. Tinha alguns patrícios nos Estados Unidos e também no Brasil, sendo este o país que mais me atraía.
A ideia de partir e deixar Nina não me cabia, meu coração não aceitava, meus olhos marejam de lágrimas quando pensava na falta que sentiria dela, mas o assunto muito me atraía. Não procurava falar muito, pois era motivo de nossas brigas e por não querer isso, procurava me silenciar. Quando falava do assunto, procurava embalar junto com nossos sonhos de um dia podermo-nos casar, ter uma bela casa, sermos respeitados em Potenza e ver os “bambinos” crescerem sem as necessidades que nos acometiam. Dizia da minha preferência pelo Brasil, especificamente São Paulo, onde tinha primos, filhos do tio Antônio. E as notícias que chegavam eram que estavam muito bem. :: LEIA MAIS »

Não, não, não, não, não!

Edvaldo
Por Edvaldo Paulo de Araújo

Não sou um homem de “talvez”. Às vezes, fico quieto. Posso ser evasivo. Às vezes, irei adiar ou tentar evitar dizer. Mas, no fim, não irei dizer o que você quer ouvir só porque é o que você deseja.
Mesmo que tenhamos um instinto quase sobrenatural para agradar, mesmo que odeie desapontar as pessoas, sejamos adeptos de dizer “não” quando for “não”. Há momentos em que podemos dizer, “deixe-me pensar sobre isso”, mas quando soubermos que a resposta é “não”, devemos dizer. Sei que isso não é tão fácil ou simples quanto parece. Não esqueçamos que “não” é uma sentença completa e definitiva.
Não gosto de dizer essa palavra e acho que ninguém gosta. Muitas vezes, lutamos para dizê-la de modo cortês. O preço de não dizer “não” agora torna-o ainda maior e mais difícil de dizê-lo depois. Melhor desapontar alguém logo. Não vou impingir o custo disso a outra pessoa; quando digo, sou claro e definitivo. Oferecer esperanças é deixar a porta entreaberta. Se esta é a decisão, por que não fechar a porta?
Fernando Nascimento sempre me dizia que não gostava de emprestar dinheiro a amigos, pois o risco era de perder os dois. Que era melhor ficar com vergonha um minuto, quando se proferia o “não”, do que ficar com ele engasgado por toda a vida por ter dito “sim”.
Tenho dito muitos “nãos” em minha vida. ”Desculpe, mas a resposta é não”. Não devemos desperdiçar os “nãos” quando não o forem (risos). Nas nossas vidas, temos dito muitos “nãos” no momento em que era preciso. Não digo “não” quando não tenho que dizer. Muitas vezes, fui estratégico nas “negativas”.
Sempre, em recrutamento, tenho que apreciar currículos; nunca engano, pois não gosto de dar falsas esperanças. A maioria das pessoas diz: – “depois te ligo”, “vou apreciar com calma”, etc. Não faço isso. Digo sempre de maneira clara e direta, quando é negativa – “Existem pessoas mais preparadas e que tiveram uma melhor performance que a sua. Estude. Melhore. Talvez se saia melhor em uma outra oportunidade”. Outro dia, vi um currículo de que não gostei e, na entrevista, gostei menos ainda. Devolvi o currículo ao rapaz e disse claramente a ele o que pensava, de maneira direta e firme. Ele foi embora. Passaram-se uns dois anos e, num belo dia, esse mesmo rapaz solicitou falar comigo. Chegou bem vestido, usando gravata. Foi logo dizendo – “vim lhe agradecer a lição que o senhor me deu um tempo atrás. Quando saí daqui, saí bastante zangado; minha esposa me pediu calma, como se dissesse que o senhor tinha razão e, hoje, reconheço que tinha. Tomei a atitude de ouvir o seu conselho e hoje me encontro em uma situação privilegiada, graças à sua negativa, graça ao seu ‘não”. :: LEIA MAIS »

Um novo olhar

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Segundo Ramatis, em seu livro o Sublime Peregrino (Editora Conhecimento Editorial,17ªedição de 2006), a vinda de Jesus levou mais de 1.000 anos terrenos em preparação, e que o espírito do Mestre é tão grande, que, comparativamente, fora como pegar o sol e colocar numa garrafa ou em um jarro.
É tão importante a vinda dele, tão grandiosa, que o calendário se separa em duas épocas: antes e depois dele. A missão de Jesus, infinito, grandioso e sublime Mestre, fora indicar os rumos para uma humanidade, antes tão bruta e com um viver tão banal, à procura de um norte verdadeiro. A sua energia era e é grandiosa. Ramatis ressalta que, embora ele tenha vivido numa época em que não havia jornal, TV e rádio, sua palavra tornou-se referência de amor, modelo de vida, da verdade absoluta para humanidade errante. Seus ensinamentos foram registrados por seus discípulos, que conviveram com Ele.
Quando ainda bebê, quem O visitava impressionava-se com tamanha beleza. As pessoas ao seu redor saíam abastecidas de uma energia e felicidade que não sabiam explicar, pela tamanha beleza, a harmonia, luz, divindade e a força daquela criança em um berço tão humilde. Em sua humilde residência em Nazaré, formavam-se filas enormes de pessoas querendo o conhecer, tocar, sentir e estar na sua inigualável presença. Assim o fora durante toda a sua passagem pelo Planeta, até o retorno para a vida espiritual.
Segundo Ramatis, Ele teve dificuldades na escola, pois lá não tinha nada a aprender e, sim, apenas e humildemente ensinar. Há um episódio descrito no Evangelho que, um certo dia, José e Maria O levaram, como era costume entre os judeus, para a apresentação no templo, aos 12 anos. Lá O perderam de vista. Depois de O procurar por todos os lugares, viu um aglomerado de doutores e, entre eles, O encontraram dando-lhes lições sobre a vida e as Escrituras. Ainda muito jovem, já encantava a todos ao discutir com aqueles senhores temas atinentes ao Evangelho. José e Maria ficaram impressionados com seu filho amado. Esse era Jesus quase adolescente. :: LEIA MAIS »

Quando eu for embora

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Quando eu for embora, espero e luto para que seja em paz comigo, com meu espírito e com Deus. Espero que tenha cumprido a minha missão. Que tenha obtido, nesta passagem, o crescimento esperado e que esteja voltando melhor do que quando aqui cheguei. Espero que seja um belo dia de sol. Que os pássaros que alimento em meu jardim cantem e exaltem a alegria da viagem. E que alguém deixe descer uma lágrima doída de despedida.
Quando eu for embora para o outro lado da vida, quero que alguma parte do meu corpo seja doada para servir a uma outra pessoa, meu irmão. Que ele usufrua dessa dádiva da ciência e que saiba quem fui. Saiba que amei, chorei, lutei minhas lutas e fui bastante feliz na minha caminhada. Saiba que tive diversos mestres com os quais muito aprendi, tendo sido o maior deles, a quem amei e amo, minha referência de vida, Jesus.
Quando for embora, vou levar muita saudade. Espero encontrar o apoio dos amigos espíritos de luz, a força da compaixão e o consolo necessário para suportar a saudade dos que amei. Que o vento sopre a sua brisa mais acolhedora, e que o sol, que a todos ilumina, faça com que uma pequenina fagulha dos seus raios penetre por alguma fenda e deixe iluminar a minha face final.
Quando for embora, espero que alguém, em minha homenagem, recite um poema qualquer, contanto que fale da vida, da importância de viver e amar, servir e abençoar, compreender e não julgar. Que saiba apreciar o canto dos pássaros no silêncio da floresta. Que saiba ser amigo sempre, que procure amar a criança e o velho, como se amasse o Mestre sublime Jesus. Que busque, no ser humano, irmandade. E, que a cada dia que nasça, realizando o milagre da criação, sorria e agradeça a Deus por mais um dia, pela oportunidade de estar cumprindo a sua missão. :: LEIA MAIS »

Padrinhos

42632BD8-AABD-4A8A-AA0F-0532980D5E1CL0001--IMG_6139.JPG

Por Edvaldo Paulo de Araújo

O que é serem padrinhos?
O nosso povo, na sua maioria, professa a fé católica, cujo sacramento do batismo alberga uma figura tradicional que é os padrinhos. Um casal, por consideração, aproximação e respeito, convida outro para que batize seu filho e, muitas vezes, sem noção do real significado. Numa época difícil para a religião católica, dominada por filosofias outras de vida, ideologias, nasce a figura dos padrinhos, há muitos séculos, querendo, além dos compromissos dos pais, mais um casal com a responsabilidade de conduzir o rebento nessa fé e ser para a vida, na falta dos genitores, a substituição dos mesmos para a vida.
A Igreja, através do seu Código do Direito Canônico, criou algumas normas para que se escolham os padrinhos do batizando. Obviamente que sejam católicos confirmados e já tenham recebido a Santíssima Eucaristia, e leve uma vida com fé e o conhecimento do que irá desempenhar.
Padrinhos são como pais, como segundos pais, com as devidas obrigações e devem-se manter sempre e para sempre na vida dos afilhados. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo
blog do marcelo


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia