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maio 2019
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:: ‘Artigos’

Páscoa consoladora

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A urna desce e o choro deste meu amigo de agora e irmão nas sendas do infinito cósmico, se torna convulso. Naquele ambiente envolvido em densa emoção, todos os presentes viajam, como ele, ao começo. Por obvio, as lembranças de quando viu vir uma das cordas do seu coração e agora é obrigado a ver partir, por prematuro, afloram com ênfase dolorosa, no instante maior da despedida.

Ele e a cúmplice promotora da existência pranteada, responsável pelo dom divino da maternidade, ambos inconsoláveis recebem dos próximos mais chegados, afagos de apoio no imenso sofrer, meras tentativas inúteis por diminuir suas duras penas. :: LEIA MAIS »

Educação: para onde aponta a educação no Brasil…?

Dirlêi

Professor Dirlêi A Bonfim*

Para onde aponta a Educação no Brasil…? Com tantos problemas infraestruturais…?  A implantação e desenvolvimento de um modelo contemporâneo de uma escola que seja compatível com as necessidades do século XXI, XXII e mais. O que há de novo verdadeiramente para a construção de uma nova Universidade no Brasil…? Que seja voltada para uma ciência compatível com à realidade. Pesquisa aplicada de ponta que possa interessar e instigar as empresas numa parceria virtuosa…?  Uma universidade que seja capaz de acompanhar a velocidade como o conhecimento e que também esteja sintonizada com as exigências éticas de um mundo com tantas de demandas ao mesmo tempo tanta exclusão. Fato é que nesse país, não temos a tradição, como em outros países, de que os detentores das grandes fortunas, façam doações generosas para criar ou subsidiar aquela Universidade e naturalmente ao desenvolvimento científico e tecnológico, como  por exemplo da Universidade de Harvard o que fez dela uma das mais prestigiosas universidades do mundo. Seu nome foi em homenagem ao primeiro benfeitor da universidade, o jovem ministro John Harvard de Charlestown, quem doou, toda a sua biblioteca e mais de 80% de todas as suas propriedades à instituição. Assim seguimos no Brasil, sem que tenhamos essa benevolência e tradição na nossa sociedade, o que é uma pena. Quanto a novos modelos educacionais, a uma discussão sobre que modelos importantes e interessantes em diversos países do mundo, possam contribuir para que consigamos aperfeiçoar o nosso. Todavia se faz necessário, como afirma o  Professor Eduardo Giannetti, em Trópicos Utópicos (2016), vai nos dizer que o “Brasil precisa de modelos originais que sejam desenvolvidos por nós, levando em consideração todos os nossos erros e acertos e não copiar modelos de outros países”,  ele propõe uma abordagem original e inovadora da questão da identidade, que olha antes para o futuro que para o passado: É possível unir o Brasil em torno de um projeto próprio no mundo globalizado? Um livro para redescobrir o país e pensar em seus futuros possíveis. Tudo isso deve ser feito acompanhando as exigências emergenciais de cada um dos setores da educação. No que se refere à escola ideal para o ensino básico.  “O Brasil abandonou a educação porque começa discutindo como financiar”. A gente tem de começar discutindo o que fazer, depois como fazer, depois, os recursos de que precisa, o problema é muito sério na educação brasileira. Há uma visão ritualizada do processo de aprendizagem e isso acontece em todos os níveis de ensino, até no superior. O aluno acha que, se ele for à aula, aprender o que foi transmitido e reproduzir tudo na prova, terá sucesso. Ora, isso não ajuda a pessoa a ter um pensamento próprio, original, e caminhar por si mesma na busca do conhecimento. Quando eu dava aulas, dizia seriamente para os meus alunos que eu preferia uma resposta errada que demonstrasse reflexão sobre o problema a uma correta que revelasse apenas capacidade de memorização do que foi visto em aula ou do que está em algum livro ou manual. Tem mais valor um erro que mostre um movimento de busca e um pensamento próprio do que um acerto que seja cópia de algo que nem sequer foi devidamente assimilado. O físico americano Richard Feynman (1918-1988), que esteve no Brasil na década de 1950 e deu aulas no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, no Rio de Janeiro, escreveu em sua biografia que os alunos brasileiros não eram ensinados a pensar cientificamente, já que eles apenas memorizavam o que lhes era dito em aula ou o que liam em livros, sem entender qualquer fenômeno. Quando um estudante brasileiro vai mal num exame internacional de comparação de desempenho como o Pisa sigla em inglês para programa Internacional de avaliação de alunos, promovido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), boa parte é pelo fato de ele não estar preparado para enfrentar um problema por conta própria e refletir sobre ele, uma exigência desse exame. Porque desde o início da sua vida escolar ele foi preparado e treinado para reproduzir em prova os conteúdos dados em aula. O poeta irlandês William Butler Yeats (1865-1939) dizia que a educação não é um balde que contém, mas um fogo que incendeia. Precisamos abandonar o balde que contém e partir rumo à chama que incendeia. E essa chama nada mais é do que a curiosidade, a própria busca pelo conhecimento.  Agora, mesmo sem nenhum recurso, o governo precisaria de pelo menos R$ 3,5 bilhão por ano, só para o processo de alfabetização. Será que o Brasil não está disposto a pagar o valor necessário para acabar com o analfabetismo, ainda latente no país…?  Além do mais, os recursos que são destinados para os diversos programas da Educação, não chegam lá na ponta. Da saída lá em Brasília, até chegar ao município lá no interior, do interior do país, esses recursos já se perderam pelos corredores da burocracia e do desvio/crime(malversação do erário público). Há uma carência vital e absoluta de ações e programas governamentais de motivação e estímulo ao processo educacional. Numa jornada brasileira pela educação, em todos os níveis, buscando o envolvimento e a participação de toda a sociedade. As pessoas, não entendem e nem aguentam mais programas institucionais feitos de cima para baixo, sem a efetiva participação do principal interessado (os alunos, discentes, docentes e acadêmicos), é insuportável a Gestão e Administração dos processos educacionais, sendo efetuadas por uma classe de tecnocratas/burocratas que não conhecem o dia a dia e o cotidiano das salas de aulas, bem como, das unidades escolares. Sejam dos governos municipal, estadual e federal, esses tecnocratas definitivamente, não conhecem os reais problemas da educação desse país. E continuam a repetir as velhas fórmulas, conceitos e modelos ultrapassados e equivocados. Assim, algumas medidas de forma imediata e cruciais, devem ser identificadas, no sentido de que o país possa enfrentar os problemas da educação de frente e não se utilizar de jargões ou subterfúgios e cortinas de fumaça para criminalizar o que já foi feito por gestões anteriores, para justificar o que se vai fazer ou não fazer agora. Como se pudesse apagar simplesmente da consciência coletiva o que já se viveu até aqui. :: LEIA MAIS »

Reflexão

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Por Omar Costa Ribeiro

Aqueles jovens de 17 e 25 anos já foram adolescentes, crianças e nunca tiveram comportamento diferente de todos os jovens que convivemos, até o dia 13 de março de 2018.
Não eram loucos. Eles são apenas consequência de uma sociedade que não tem interesse algum de desacelerar a vida de consumo e consumo, e buscar soluções para a prisão que estamos colocando os jovens.
Imagine sentar numa cadeira de cinema que, com um dedo, você reclina e com um óculos 3D você se sente protagonizando uma ação. Agora imagine sentar numa cadeira de madeira de uma sala de aula que só se observa descompasso com o século XXI. :: LEIA MAIS »

Ressaca de glitter

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Por Marco Antonio Jardim

Dos dias últimos de glitter, escolho viver presente.
Ou, como se diz olhando à frente, depois do desbunde total, o futuro do meu Carnaval.
Encanto o chão de estrelas ou miro, por cima do muro, a sombra colorida do olhar ao coração.
Não cometi desatino, mas estou limpando o ouro da maquiagem e a lógica de que a carne nada vale não.
Ansiei uma paixão furtiva na avenida, mas, depois do nosso bloquinho, sigo só, apelando pra razão.
Vesti os tons do arco-íris, mas sonho sereno, tentando sintetizar a cor do batom.

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É tempo de amora

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Por Marco Antonio Jardim
Se desassossego o meio do tempo que já passou?
Nessa era é um nem vai nem vou.
Ao que sei, não há nenhum assunto final pro tempo amadurecer.
Até me perguntaram se tenho medo de envelhecer.
Como, se não vejo sentido nem em morrer?
Mas aceito o convite pro vinho.
Colho as amoras do pé, mancho de tinta escarlate a roupa que vesti.
Camisa ensolarada sem mangas, short de listras púrpuras, sandálias rasteiras e um aceno de partir.
Tiro um pedaço de papel do bolso, confirmo o nome da rua, olho do alto do bosque, olho pra sua.
Daí sigo ao norte, pra onde aponta a sombra da sorte e o sol do fim do dia.
Antes passo no armazém, escolho umas palavras.
Deixo as vãs e as vazias, compro só as aspeadas.

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‘Nem deu tempo me despedir dele’

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Por Ailton Fernandes – Jornalista

Aos filhos, com carinho

“Mas e a vida?
O que é?
O que é, meu irmão?”

É com uma imensa dor no peito que paro para escrever essas linhas. Como um corte que decepa, o destino arrancou meu pai da estrada que seguíamos juntos. Agora vem o choro a todo momento. Um choro engasgado que sai esmurrando. Lágrimas que encharcam meu rosto, que afogam minha alma. Levanto minha cabeça do luto para escrever não para ele, nem para outros pais. Quero falar para os filhos.

Eu sempre soube que qualquer dia isso poderia acontecer. Ele poderia sair e não mais voltar — sua vida foi assim, em saída; a minha, da minha mãe e do meu irmão, foi a da espera. Mas a gente nunca está preparado. Seja qual for a sua fé, seja qual for o tamanho dela, ninguém quer a morte. Só saúde e sorte, como escreveu Gonzaguinha.

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Um traço na educação

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Por Omar Costa Ribeiro
…Mas a educação brasileira precisa ser profundamente transformada. Não mais pensada, não mais diagnosticada, o diagnóstico foi dado: a sala de aula brasileira chegou ao fim.
Vivemos uma escola do século XIX. Meu pai, 72 anos, eu, 42 anos, meus sobrinhos com 10 anos, todos educados no mesmo modelo de escola: sentados nas cadeiras enfileiradas, ouvindo enorme quantidade de conteúdos de enorme quantidade de matérias. Só mudamos o nome de sabatina da famosa Ratio Studiorum dos jesuítas para sábado letivo, mudamos as cadeiras de madeira para estruturas mais modernas, trocamos o giz pelo pincel atômico e o retroprojetor pelo data show. Nada mais!!!
Temos professores do século XX que, numa grande maioria, tentou acompanhar o jovem, mas parou na barreira da tecnologia. Por fim, temos as crianças e os jovens do século XXI.
Isso pra ser bem generoso com as escolas, incluindo as universidades e, talvez, principalmente elas. A universidade que temos é o espaço acadêmico mais retrógrado que eu já pude vivenciar.

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NO LIXO: A luta da Advocacia também é a luta do Precariado!

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Por Alexandre Aguiar
O que são prerrogativas? Prerrogativas são direitos dos advogados para lhes garantir o exercício da profissão.
Uma vez, em um boteco, surgiu um conceito estranho sobre os advogados:
“O advogado mora na boca do lixo.”
Na hora o pensamento que veio na memória para contra-arrazoar o conceito teratológico sobre os advogados foi do saudoso Carnavalesco Joãozinho Trinta, em uma daquelas madrugadas da Marquês de Sapucaí, quando disse:
“O carnaval é a arte de transformar o lixo em luxo!”
Então, o pensamento e, agora a palavra serve para dizer que a advocacia é a arte de transformar o que tentam jogar no lixo em direito!
No Brasil a cidadania está jogada no lixo? Não querem as pessoas? Estão jogando as pessoas no lixo? Então a advocacia tem o dever de retirar as pessoas do lixo e promover a resistência.
Se for pobre não serve? Se for da periferia não serve? Se for negro não serve? Se for índio não serve? Se for mulher não serve? Se for LGBTTQI não serve? Se for jovem não serve? Se for todas as alternativas anteriores e ainda for advogado não serve?
Não querem nem deixar os advogados exercerem as prerrogativas no direito de defesa aos réus?

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Uma Invasão Silenciosa

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“Na superfície da Terra exatamente agora há guerra e violência e tudo parece negro. Mas, simultaneamente, algo silencioso, calmo e oculto está acontecendo e certas pessoas estão sendo chamadas por uma Luz mais elevada. Uma revolução silenciosa está se instalando de dentro para fora. De baixo para cima. É uma operação global. Uma conspiração espiritual. Há células dessa operação em cada nação do planeta.

Vocês não vão assistir isso na TV. Nem ler sobre isso nos jornais. Nem ouvir essas palavras nos rádios. Não buscamos a glória. Não usamos uniformes. Chegamos em diversas formas e tamanhos diferentes. Temos roupas e cores diferentes. A maioria trabalha anonimamente. Silenciosamente trabalhamos fora de cena, em cada cultura do mundo. Nas grandes e pequenas cidades, em suas montanhas e vales. Nas fazendas, vilas, tribos e ilhas remotas.

Você talvez cruze conosco nas ruas. E nem perceba… Seguimos disfarçados. Ficamos atrás da cena. E não nos importamos com quem ganha os louros do resultado, e sim, que se realize o trabalho. :: LEIA MAIS »

O projeto Por do Sol com a peneira

Edmilson Santana

Por Edmilson Santana

“O pôr do sol saiu do projeto: virou realidade!

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Aconteceu como vinha acontecendo desde quando Deus projetou o universo: o sol nascendo ao leste, passando pelo centro do prato do almoço, ao meio-dia, e seguindo para o oeste, a perder de vista. Desde que o mundo é mundo. Desde quando nos entendemos por gente. Muito antes de Mário Cravo esculpir o Cristo cravejado. Muito antes de o homem “cruci-fincá-lo” no calvário. Muito antes do “batismo” da serra com o nome de Periperi. Muito antes!

Então, o que foi que toda aquela multidão foi ver?! Há quem tenha dúvidas se essa mesma multidão iria ao monte se fosse para ver o Messias… Isso não é nenhuma blasfêmia: são reflexos dos “tempos” atuais, nos quais não se consegue “ver” mais nada fora das redes sociais. Portanto, não se sabe… Tudo bem… Isso, não tem nada a ver…

“Foi assim, como ver o mar pela primeira vez…” :: LEIA MAIS »

alessandro tibo
blog do marcelo


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