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:: ‘Artigos’

“Piléra”

nando da costa lima

Por Nando da Costa Lima

Apesar da idade avançada, Dona Epistolina era lúcida e podia se locomover com facilidade. Só não podia beber bebida quente. A única bebida que ela ainda podia degustar era a Jurubeba Leão do Norte, ela até relacionava sua vitalidade com o melhor vinho composto do mundo. Mas quando tomava cachaça, ficava insuportável, ficava tão escrachada que foi o jeito parar. Tinha mais de quarenta anos que não bebia. Mas não é todo dia que se faz 90 anos, e essa data tinha que ser comemorada na fazenda preferida da matriarca, a “Três Cancelas”. Ela tinha mais energia que muita mulher jovem, não parava num canto! Não precisava de ajuda pra nada, só não gostava de dirigir. Mas isto não era problema: como era muito rica, sempre tinha uma cambada de netos e afilhados pra lhe acompanhar. Ficava viajando de uma fazenda pra outra, tinha várias! Mas a preferida era a Três Cancelas, ali foi o palco de grandes festas: São João, batizados, casamentos, etc. Na família tinha de tudo: cantor, ator, jogador de futebol, jogador de baralho, médico, pastor, político, padre… Tinha até um artista plástico famoso que ia presentear a madrinha com um quadro de um nu artístico. E foi esse presente o responsável pelo mal entendido entre Dona Epistolina e suas filhas, netas, afilhados e convidados.

A matriarca teve uma recaída e fundou na pinga, já tava empurrando o jipe. Falou o que devia e o que não devia, rasgou o verbo. Tudo começou quando o afilhado pintor tirou o pano que cobria a obra de arte. Dona Epistolina colocou a mão na cabeça e falou pro afilhado artista: :: LEIA MAIS »

Crônica do caminho do meio oposto

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Por Oscar Barreto

Cinco prepostos de uma ong, estão preparando para partir do Brasil de volta para suas bases.
Valter ainda ficará alguns dias, pois como o único Brasileiro, irá ver os seus pais no Espírito Santo, junto com o canadense Jan, para depois seguirem para São Paulo até chegarem em Vancouver.
Pedro voltará para o México e Christoffer e Andrews retornarão para Sidney e de lá para Auckland no norte da Nova Zelândia.

Contudo, o quadro no Pantanal ainda é extremamente grave.
Valter, o brasileiro do grupo, e que está a um mês e meio no Brasil, afirma categoricamente, sem se excluir, que nós Brasileiros não nos importamos com meio ambiente.
Mas a frase que importa, é que eles reconhecem, que não foram capazes de conseguir debelar os incêndios. :: LEIA MAIS »

Dr. Altamirando da Costa Lima completaria hoje 100 anos se estivesse vivo

Miranda

Vitória da Conquista estaria comemorando hoje com muita festa o centenário do médico Altamirando da Costa Lima, o Dr. Miranda, como era carinhosamente tratado este ilustre cidadão conquistense, um exemplo de profissional da medicina, querido por todos, um homem de um coração do tamanho do mundo, generoso,  amigo, esposo, pai e avô dedicado. :: LEIA MAIS »

O goleiro negro: qualquer erro é maior; qualquer acerto é menor

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Por Lucas Gabriel Ladeia Cirne e Ademar Oliveira Cirne Filho

A discussão sobre racismo no futebol é histórica e segue atual. Muito já fora escrito e as raízes podem ser encontradas na própria origem do esporte: elitista e branca.

A partir desse fato, muitas histórias se multiplicam aos longos dos anos. Repetidas vezes se fala do Vasco da Gama e do Bangu como precursores na escalação de negros, ou das ofensas sofridas por jogadores negros brasileiros, usualmente comparados a macacos por estrangeiros e até mesmo por seus irmãos de pátria.

O mais emblemático episódio que liga o futebol ao racismo, entretanto, data de 1950 – há setenta anos, portanto – e ainda repercute no imaginário e na prática social de torcedores e dirigentes. :: LEIA MAIS »

O velho e saudoso “Carrasco” por Nando da Costa Lima

nando da costa lima

A boate mais famosa do interior da Bahia, não temos dúvidas, foi o Carrascão, nada que se pode comparar. Como diria hoje a turma jovem: “sem parêa!”.
No alto da Serra, chegávamos até o “Carrasco” passando por uma estrada esburacada que Roberão, o seu proprietário, fazia questão de não consertar apesar de algumas insistências. Bem, isso só posso contar no privado…
Nando da Costa Lima é um exímio contador de casos. Inteligente e criativo, sabe o que fazer com as palavras. A sabedoria, inteligência e generosidade é a marca da família Mendonça Costa Lima. :: LEIA MAIS »

Coragem para mudar

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa

Soteropolitano de nascença, me pus, em meados dos anos setenta, nas bandas do sudoeste baiano. Fi-lo, ao iniciar minha carreira profissional, pois tudo começou quando assumi o cargo de Delegado de Polícia, em Itapetinga e sabem disto, aqueles que me conhecem de perto, bem como outros personagens que, com paciência leram livro de memórias que lancei – SAQUES E TIROS NA NOITE – ou textos publicados por mim, ao longo dos derradeiros tempos, aliás, tenho dito que a existência de todos nós se divide em duas fases, uma de fazer história e outra de contar histórias, atualmente, vivo com intensidade a derradeira, a despeito de continuar atuando agora como consultor, no segmento ao qual me dediquei na seara pública, por quatro décadas.
Naquele canto do nosso imenso Estado, sobretudo em Vitória da Conquista, cidade polo de toda a região que envolve seu entorno plantei amores e amigos, assim, graças a Deus, a semeadura frutificou com abundancia, na forma de filhos, netos e outros fraternos conhecidos que foram vindo, figuras capazes de me fazer feliz e realizado. Não tenho dúvidas de que tudo faz parte de uma organização cósmica perfeita, onde nada é por acaso, destarte, todos que veem até nós, no plano da atualidade, em algum instante dos tempos sumidos estiveram conosco, assim, o reencontro objetiva resgatar equívocos, ou referendar acertos dos tempos sumidos. :: LEIA MAIS »

NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

Edvaldo

Por Edvaldo Paulo de Araújo

Não sou um homem de “talvez”. Às vezes fico quieto. Posso ser evasivo. Ás vezes irá atrasar e adiar e tentar evitar dizer. Mas no fim não irei dizer o que você quer ouvir só porque você deseja.

Mesmo que tenhamos um instinto quase sobrenatural para agradar, mesmo que odeie desapontar pessoas, sejamos adeptos de dizer “não” quando é “não”. Há momentos em que podemos dizer “deixe-me pensar sobre isso”, mas quando sabermos que a resposta é “não” devemos dizer. Sei que isso não é tão fácil ou simples quanto parece. Não esqueçamos que “não” é uma sentença completa e definitiva.

Não gosto de dizer essa palavra e acho que ninguém gosta, muitas vezes lutamos para dizê-lo de modo cortês. O preço de não dizer “não” agora torna ainda mais difícil dizê-lo depois. Melhor desapontar alguém logo. Não vou impingir o custo disso a outra pessoa, quando vou dizer sou claro e definitivo. Oferecer esperanças é deixar a porta um pouco aberta, se esta é a decisão porque não fechar a porta? :: LEIA MAIS »

Sancionada a lei de combate à violência doméstica e familiar durante a pandemia

Satyananda
Por Satyananda Samara*

Já está em vigor a lei que assegura o pleno funcionamento, durante a pandemia, dos órgãos de atendimento a mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas e cidadãos com deficiência, vítimas de violência doméstica ou familiar.

Nesse período, diante das restrições, como o isolamento social, ocorreu o aumento no número de casos de violência contra esses grupos. Por esse motivo, foi necessário editar uma lei com medidas de enfrentamento para essas ocorrências. :: LEIA MAIS »

Sócio Honorário

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa

A vida, este especialíssimo presente divino, vez em quando, nos faz passear na esteira da saudade, quando cuidamos de reviver instantes de grata satisfação, pavimentando a estrada do presente, para projetar o futuro com esperança renovada.

Na década de noventa, não precisarei aqui o exato ano, após operação arriscada, onde cuidei de comandar o resgate de duas crianças, na cidade de Jacobina, filhas do tesoureiro do Banco do Nordeste, reféns, por alguns dias, de bandidos perversos que invadiram a casa onde residiam, missão exitosa, muito embora, agente policial que se pôs na condição de refém, dentro da estratégia de negociação que permitiu a liberdade dos infantes tenha sido baleado na nuca, por um dos meliantes, durante a fuga, quando um dos indivíduos foi abatido. Seu nome, Raimundo Nonato, investigador dos mais completos que ocupou os quadros da instituição à qual servimos, parceiro que esteve ao meu lado em várias empreitadas difíceis, felizmente, naquela oportunidade escapou com vida e continuou, ainda por longo tempo emprestando sua contribuição a instituição na qual militou com galhardia, porém, hoje já não se encontra mais entre nós tendo partido para a senda do infinito.

Cuido de lembrar do episódio, no intuito de referir termos sido – eu e ele – agraciados com títulos honoríficos, concedidos pelo então Governador do Estado, Antônio Carlos Magalhães que nos fez condecorados, na condição de Comendador da Ordem do Mérito do Estado da Bahia e Cavaleiro da Ordem do Mérito do Estado da Bahia, respectivamente, em solenidade realizada no Palácio da Aclamação. :: LEIA MAIS »

Empresas não “morrem”, fecham. Vidas se perdem

Gutemberg Macedo

Por Gutemberg Macedo

Li nesse conceituado Blog, artigo de Cassiana Debiasi cujo título era: A “morte” das empresas por causa da pandemia.

Essa manchete é uma lástima! Um desserviço. Empresas são fechadas, não morrem. Quem morre são pessoas e estas não podem reabrir, não podem reinventar-se, não podem adaptar-se após o fim.

Esse é o tipo de artigo que coloca em cheque vida X economia, uma dicotomia caolha, porque o que serve a economia se não houver vida?

Se o Governo Federal tivesse sido eficaz no socorro às médias e pequenas empresas, como foi com os bancos (1,2 trilhão de reais), com certeza, nenhuma micro ou média-empresa estaria sendo fechada.

Mas, não. O BNDES, na gestão Bolsonaro, transferiu bilhões para os bancos emprestarem e lucrarem 8% ao ano com a administração do dinheiro público. Onde já se viu isto? No Brasil, é claro!

Bolsonaro e o atual Ministro da Fazenda, Paulo Guedes (O Ypiranga), têm compromissos com as grandes empresas, com o sistema bancário, está claro.

O primeiro é um “gestor” completamente despreparado, mal consegue interpretar um texto; mas, o segundo é preparado, só que seus interesses são alinhados ao dos bancos privados. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo
blog do marcelo


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