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:: ‘Artigos’

Anselmo Lopes de Araújo: “temos que olhar para trás, relembrarmos dias felizes, vivermos melhor”.

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O nosso amigo de longas datas, gente fina, o querido médico Anselmo Lopes de Araújo nos encaminhou um belíssimo texto, foi um convite a voltar ao passado e lembrar de tanta coisa boa que vivemos.
Vejo pouco o meu querido amigo, as duas últimas vezes que nos vimos foi em situações distintas, completamente adversas. A primeira foi quando levamos o seu saudoso irmão para a sua última morada, o especial Paulo Maurício, que nos deixou tão prematuramente; a segunda foi quando nos convidou para brindar os 25 anos de casamento com a sua amada Ana Paula. :: LEIA MAIS »

A tragédia do Ninho do Urubu e o necessário respeito à independência no exercício da advocacia

Ubirajara Ávila

Por Ubirajara Ávila

Depois de mais de um ano dessa que foi uma das maiores fatalidades do esporte brasileiro e mundial, os debates se acirram nas redes sociais e tomam até mesmo a mídia televisiva no país, mormente com duras críticas sobre a alegada resistência do Clube de Regatas Flamengo em indenizar definitivamente as famílias das vítimas, havendo também, em menor número, quem recrimine a postura dessas mesmas famílias acerca da suposta exigência de valores desproporcionais para que se encerre de uma vez por todas essa controvérsia que, a toda evidência, prolonga o sofrimento de todos os envolvidos.

Contudo, uma reflexão há que ser feita, posto que tal litígio tem em ambos os polos profissionais da advocacia que defendem os interesses antagônicos de seus clientes, e essa socialização das críticas de parte a parte inevitavelmente nos conduz a uma análise do exercício da própria advocacia.

Com efeito, constantemente nos deparamos com críticas aos advogados e advogadas que orientam os clientes em sentido diverso do que propõe o senso comum – aqui entendido o que grande número de pessoas entende como certo, e essa equivocada percepção ganha coro principalmente diante da facilidade de acesso e rapidez da propagação de informações nas redes sociais, ao passo que os debates acerca dessa tragédia se revelam como uma boa oportunidade para que seja evidenciado o necessário respeito à independência no exercício da advocacia, especialmente aquela desenvolvida nesse caso especificamente, pois é imperioso exercer esse apoio e resguardo, até para que ela resista à pressão social e midiática. :: LEIA MAIS »

Quarenta anos da UESB, um patrimônio da região

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Por José Maria Caires

O desenvolvimento econômico e social do Sudoeste da Bahia deve-se muito à UNIVERSIDADE ESTADUAL, disso ninguém tem dúvidas, no dia 27 de maio deste ano a UESB completará quarenta anos de relevantes serviços prestados à Bahia e em especial a nossa Vitória da Conquista.

Com a vinda de tantas faculdades particulares, tantos Ensinos à Distância os EADs transformou esta cidade como o maior polo de convergência educacional do interior baiano. Mesmo que a oferta de vagas para cursos superiores tem se avolumado e favorecendo o acesso ao terceiro grau, a UESB continua sendo a maior referência. :: LEIA MAIS »

Anselmo Araújo: “Amizade é ouro, é água, é alimento”

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O médico e amigo Anselmo Araújo comemorou no último dia 07 de dezembro 25 anos de casado com a sua querida Ana Paula, e como ele valoriza demais a amizade, sentimento nobre que nos “impulsiona para frente e para cima”, convidou todos os seus colegas de turma de medicina e comemorou junto com muitos amigos a data.

Hoje recebi do meu estimado amigo um texto sobre o que representa AMIZADE para ele: :: LEIA MAIS »

O professor é sagrado!

Mozart Tanajura

Por Mozart Tanajura Jr

Outro dia fiz uma palestra na cidade de Anagé por ocasião do Fórum Fé e Cidadania, promovido pela Paróquia São João Batista. A temática por mim abordada tinha como propósito oferecer uma reflexão em torno das políticas públicas destinadas à educação. Muitos professores e professoras presentes, assim como vários outros profissionais da educação, se mobilizaram e lá estiveram para participar do evento. Em um de meus colóquios fiz ressoar uma verdade: O professor é sagrado! Não contive a emoção ao proferir aquela verdade. Fiquei como que em estado de êxtase, pois parecia que algo divino havia tomado força e inspiração dentro de mim. Os educadores presentes também se sensibilizaram e num gesto espontâneo aplaudiram não a mim, mas aquela assertiva verdadeira: “O professor é sagrado!”.

Voltei pra casa pensando naquilo que havia dito. Algo que transcendia minha razão. Uma verdade que inebriava o meu âmago e fazia crescer dentro de mim uma esperança inexplicável e tão forte e pura quanto o caminhar das águas em sua correnteza.   :: LEIA MAIS »

Duda Arêas escreve sobre o Baêa MP!!!

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Administrador de empresas, professor universitário, Duda Areas é um dos frequentadores assíduos do Baba do Baneb, onde encontra amigos e fazem a maior resenha sobre a vida de cada um, ninguém consegue deixar o ambiente isoladamente, todos saem juntos para evitar cair na língua da galera.

A exemplo do pai, o ex-treinador do Conquista dos anos 70, o professor José Maria Areas, Duda sempre gostou de jogar basquete e já foi integrante da seleção conquistense da modalidade. :: LEIA MAIS »

Essa Via Bahia não é brincadeira não!

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Tratamos desse assunto em nosso programa apresentado na Transamérica 100,1, o Agito Geral, mas o fizemos de forma aleatória, citando apenas a cobrança de pedágio que acontece normalmente sem pena e sem dó, e os motoristas cumprem com suas obrigações, enchendo os cofres da concessionária que por sua vez não faz a sua parte, não cumpre com o que assumiu em contrato assinado e que deverá caducar se os baianos não reclamarem.

Dissemos e sugerimos que prefeito Herzem Gusmão deveria liderar um movimento com os outros gestores da região, buscando os deputados eleitos por nossa cidade e também aqueles votados em todo o sudoeste da Bahia para, num grande encontro, cobrar da Via Bahia a duplicação da BR116 no trecho que se prolonga de Jequié até a cidade de Cândido Sales. :: LEIA MAIS »

Diferentemente das novelas, o 6 x 5 do STF não foi um resultado óbvio para os telespectadores das tramas televisivas

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O artigo a seguir é de autoria do arquiteto Oscar Barreto, de Salvador, que acompanha o nosso blog e, pela segunda vez, nos solicita o espaço para expor suas ideias.

Desta feita ele traz o tema que tanto divide o país e nos deixa uma sensação de insegurança jurídica. Segue na íntegra a opinião do arquiteto soteropolitano: :: LEIA MAIS »

Um time disruptivo para um futebol conservador

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Eduardo Areas, o nosso Duda, é formado em administração, ministra aula na Fainor, tem o carinho dos seus alunos que o consideram um amigo. A paixão de Duda sempre foi o esporte, traz na veia as motivações do pai, José Maria Areas, professor de Educação Física, ex-treinador do Conquista Esporte Clube, equipe azulina que nos deu muitas alegrias na década de 70 e abrigou Piolho, Naldo, Juraci, Jaymilton, Agra, Celso e tantos craques que nos deixaram muitas saudades.

Voltando ao mestre Eduardo Areas, ele também já envergou a camisa da seleção de Basquete de Conquista, marca do DNA do pai, que também foi um dos principais responsáveis, ao lado do atual prefeito Herzem e de Norberto Auriche, pela introdução da modalidade em nossa cidade.

Duda, um dos membros do Mexe & Bole e Confra, dois grupos de WhatsApp que reúne grandes amigos e que ele passa a noite toda “atentando” antes de seguir para o baba do Baneb, onde só assiste aos jogos, porque não o deixam mais jogar, fiquei curioso e perguntei o motivo. Em uníssono, o grupo me respondeu: “ele não joga porque desequilibra”. Duda continua jogando bem assim?, perguntei, “não, ele entra em campo, desequilibra e cai”. :: LEIA MAIS »

Jumentos na terra do Jurupari

Oscar Barreto

*Por Oscar Barreto

“Vamos dar valor a quem trabalha

Vamos dar valor a quem da duro

O burro é quem merece a medalha

O Burro é quem trabalha, o Burro é quem dá Duro”.

Certa feita em uma manhã muito fria no interior da Bahia, eu com meus seis ou sete anos de vida, ouvi essa letra em uma cantiga, e a composição nunca mais abandonou a minha memória. Talvez por ela ter motivado por um instante na cidade de Maracás a parar e olhar para um animal estancado na calçada, sendo preparado com um arreio para mais uma jornada de carga e entender que ali não estava um objeto e sim um ser vivo.

Aquele mesmo animal, um jumento, dias antes nos levou para um passeio, eu, meus dois irmãos e mais quatro primos que nos atulhavam montados todos juntos ao dorso sem cela para passearmos pela estrada de barro em altas algazarras.

Ali diante ao animal quedado, a música teve um efeito introspectivo, despertando valores prematuros que o preparo da lógica inocente até então era desprovida de objeções. Como na letra daquela cantilena sertaneja, aquele animal dava duro e trabalhava para nosso ilimitado prazer. Mas pensei, a nossa diversão não era trabalho e se fosse trabalho todos têm direito a descansar e se é trabalho, o que aquele animal recebia em troca por aqueles dias de labutas ininterruptas?

E quando o animal retrucou em sair dali depois de um tranco nas rédeas dado por um sisudo vaqueiro que trabalhava para meu tio, imediatamente o repreendeu com uma voz virilmente repressora e mais conclusões iam sendo processadas e concluir que aquele era um bicho que parecia não ter direito a exercer a sua autonomia. :: LEIA MAIS »

alessandro tibo
blog do marcelo


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