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:: ‘Artigos’

O professor é sagrado!

Mozart Tanajura

Por Mozart Tanajura Jr

Outro dia fiz uma palestra na cidade de Anagé por ocasião do Fórum Fé e Cidadania, promovido pela Paróquia São João Batista. A temática por mim abordada tinha como propósito oferecer uma reflexão em torno das políticas públicas destinadas à educação. Muitos professores e professoras presentes, assim como vários outros profissionais da educação, se mobilizaram e lá estiveram para participar do evento. Em um de meus colóquios fiz ressoar uma verdade: O professor é sagrado! Não contive a emoção ao proferir aquela verdade. Fiquei como que em estado de êxtase, pois parecia que algo divino havia tomado força e inspiração dentro de mim. Os educadores presentes também se sensibilizaram e num gesto espontâneo aplaudiram não a mim, mas aquela assertiva verdadeira: “O professor é sagrado!”.

Voltei pra casa pensando naquilo que havia dito. Algo que transcendia minha razão. Uma verdade que inebriava o meu âmago e fazia crescer dentro de mim uma esperança inexplicável e tão forte e pura quanto o caminhar das águas em sua correnteza.   :: LEIA MAIS »

Duda Arêas escreve sobre o Baêa MP!!!

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Administrador de empresas, professor universitário, Duda Areas é um dos frequentadores assíduos do Baba do Baneb, onde encontra amigos e fazem a maior resenha sobre a vida de cada um, ninguém consegue deixar o ambiente isoladamente, todos saem juntos para evitar cair na língua da galera.

A exemplo do pai, o ex-treinador do Conquista dos anos 70, o professor José Maria Areas, Duda sempre gostou de jogar basquete e já foi integrante da seleção conquistense da modalidade. :: LEIA MAIS »

Essa Via Bahia não é brincadeira não!

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Tratamos desse assunto em nosso programa apresentado na Transamérica 100,1, o Agito Geral, mas o fizemos de forma aleatória, citando apenas a cobrança de pedágio que acontece normalmente sem pena e sem dó, e os motoristas cumprem com suas obrigações, enchendo os cofres da concessionária que por sua vez não faz a sua parte, não cumpre com o que assumiu em contrato assinado e que deverá caducar se os baianos não reclamarem.

Dissemos e sugerimos que prefeito Herzem Gusmão deveria liderar um movimento com os outros gestores da região, buscando os deputados eleitos por nossa cidade e também aqueles votados em todo o sudoeste da Bahia para, num grande encontro, cobrar da Via Bahia a duplicação da BR116 no trecho que se prolonga de Jequié até a cidade de Cândido Sales. :: LEIA MAIS »

Diferentemente das novelas, o 6 x 5 do STF não foi um resultado óbvio para os telespectadores das tramas televisivas

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O artigo a seguir é de autoria do arquiteto Oscar Barreto, de Salvador, que acompanha o nosso blog e, pela segunda vez, nos solicita o espaço para expor suas ideias.

Desta feita ele traz o tema que tanto divide o país e nos deixa uma sensação de insegurança jurídica. Segue na íntegra a opinião do arquiteto soteropolitano: :: LEIA MAIS »

Um time disruptivo para um futebol conservador

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Eduardo Areas, o nosso Duda, é formado em administração, ministra aula na Fainor, tem o carinho dos seus alunos que o consideram um amigo. A paixão de Duda sempre foi o esporte, traz na veia as motivações do pai, José Maria Areas, professor de Educação Física, ex-treinador do Conquista Esporte Clube, equipe azulina que nos deu muitas alegrias na década de 70 e abrigou Piolho, Naldo, Juraci, Jaymilton, Agra, Celso e tantos craques que nos deixaram muitas saudades.

Voltando ao mestre Eduardo Areas, ele também já envergou a camisa da seleção de Basquete de Conquista, marca do DNA do pai, que também foi um dos principais responsáveis, ao lado do atual prefeito Herzem e de Norberto Auriche, pela introdução da modalidade em nossa cidade.

Duda, um dos membros do Mexe & Bole e Confra, dois grupos de WhatsApp que reúne grandes amigos e que ele passa a noite toda “atentando” antes de seguir para o baba do Baneb, onde só assiste aos jogos, porque não o deixam mais jogar, fiquei curioso e perguntei o motivo. Em uníssono, o grupo me respondeu: “ele não joga porque desequilibra”. Duda continua jogando bem assim?, perguntei, “não, ele entra em campo, desequilibra e cai”. :: LEIA MAIS »

Jumentos na terra do Jurupari

Oscar Barreto

*Por Oscar Barreto

“Vamos dar valor a quem trabalha

Vamos dar valor a quem da duro

O burro é quem merece a medalha

O Burro é quem trabalha, o Burro é quem dá Duro”.

Certa feita em uma manhã muito fria no interior da Bahia, eu com meus seis ou sete anos de vida, ouvi essa letra em uma cantiga, e a composição nunca mais abandonou a minha memória. Talvez por ela ter motivado por um instante na cidade de Maracás a parar e olhar para um animal estancado na calçada, sendo preparado com um arreio para mais uma jornada de carga e entender que ali não estava um objeto e sim um ser vivo.

Aquele mesmo animal, um jumento, dias antes nos levou para um passeio, eu, meus dois irmãos e mais quatro primos que nos atulhavam montados todos juntos ao dorso sem cela para passearmos pela estrada de barro em altas algazarras.

Ali diante ao animal quedado, a música teve um efeito introspectivo, despertando valores prematuros que o preparo da lógica inocente até então era desprovida de objeções. Como na letra daquela cantilena sertaneja, aquele animal dava duro e trabalhava para nosso ilimitado prazer. Mas pensei, a nossa diversão não era trabalho e se fosse trabalho todos têm direito a descansar e se é trabalho, o que aquele animal recebia em troca por aqueles dias de labutas ininterruptas?

E quando o animal retrucou em sair dali depois de um tranco nas rédeas dado por um sisudo vaqueiro que trabalhava para meu tio, imediatamente o repreendeu com uma voz virilmente repressora e mais conclusões iam sendo processadas e concluir que aquele era um bicho que parecia não ter direito a exercer a sua autonomia. :: LEIA MAIS »

Oscar Barreto: “O melhor amigo do criador é o cão!”

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O Pensando Bem é um grupo de Whatsapp do qual tenho a honra e o prazer de fazer parte, sou o único aprendiz no universo de intelectuais, pensadores, filósofos, historiadores e renomados professores que vão desde a nossa querida Vitória da Conquista, passando por Salvador, Aracajú e Brasília.

Oscar Barreto faz parte desse seleto grupo e traz a sua colaboração ao nosso blog quando nos envia esse que artigo que publicaremos após fazermos a sua apresentação.

Oscar é Arquiteto Urbanista e Paisagista, Especializado em Ecovilas e Bairros Ecológicos, Construção Sustentável e Edificação Eficiente. Arquiteto coordenador de ONGs em intervenções vernaculares para comunidades nativas e carentes.

A seguir, o artigo: :: LEIA MAIS »

AÉLIO

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Por Valdir Barbosa

Talvez fosse ele o menor, em estatura, dos Tavares da Mota, muito embora, a envergadura moral de alto coturno fosse característica sua como de resto, dos filhos e filhas todos, de Dona de Doralice e Seu João Batista, casal vindo do estado de Sergipe que aportou nas terras frias do sudoeste baiano, onde ambos fizeram história, nos trilhos de honestidade, retidão e esforço, exemplos do bem seguidos pelos seus descendentes.

Ainda engatinhava como Delegado de Polícia, lotado em Itapetinga, quando pude conhecer dita figura, no crepúsculo dos anos setenta, pois passei a visitar com assiduidade Vitória da Conquista, na esteira da atividade exercida, mas, principalmente, fisgado pelos anzóis das amizades que pude construir ali e pelos amores que enredaram meu destino nas alterosas baianas, sitio que veio se tornar minha segunda urbe, vez que, soteropolitano de nascimento, consoante já afirmei em outras oportunidades. :: LEIA MAIS »

Perspectiva do mercado de trabalho no cenário contemporâneo causado pelas inovações tecnológicas

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Por Eduardo Augusto Brito Arêas*

Está rondando um pessimismo no imaginário sobre o futuro de algumas profissões, como administração, por exemplo, em que a automação poderia tornar as habilidades humanas obsoletas. Até que ponto esses movimentos fazem sentido? Para entender o momento atual de mudanças tão abruptas, faz-se necessário analisar o caminho pelo qual a humanidade percorreu até aqui. O homem passou por alguns pontos de mutação. As primeiras civilizações eram nômades e, em um determinado momento, se fixaram e passaram a produzir para própria subsistência; depois, veio a Primeira Revolução Industrial, demarcada pelo surgimento da máquina a vapor e o ferro. Nesse momento, o homem passou a produzir bens em fábrica. Na Segunda Revolução Industrial, trocam-se as fontes de energia, do vapor para energia elétrica; do ferro para o aço e surge a indústria química e, com isso, os derivados do petróleo. Na contemporaneidade, falamos em revolução tecnológica, em nano tecnologia e em indústria 4.0. Esta quarta revolução se caracteriza pela convergência digital, física e biológica, através da qual estamos conseguindo avançar na criação de novas tecnologias, como a nuvem, a internet das coisas, big data, inteligência artificial e biotecnologia. Trata-se de uma nova revolução que não está mudando somente o nosso cotidiano e a forma como fazemos as coisas, está mudando o que somos. :: LEIA MAIS »

Serão de Prazeres

delegado valdir barbosa

Por Valdir Barbosa

Olhei em volta postado na varanda até onde a vista alcança observando as luzes das casas e apartamentos cintilando. Acima, na abóboda celeste, estrelas também reluziam e abaixo, na praça, a dança das águas bailando nas fontes luminosas, sob as arvores seculares do Campo Grande coloriam o ambiente.

A cidade adormecia, após a primeira segunda-feira do mês de junho que findava e eu, normalmente entregue ao sono nesta hora testemunhava o chegar da meia noite, a natureza mudando de turno, outro dia nascendo, nova terça-feira vindo para cumprir este movimento permanente que compõe a vida. Esta incrível vida, onde as coisas parecem se repetir, mas, na verdade, palco onde tudo muda a cada segundo cumprindo seu desiderato de ir em frente, sem recuos.

Do mar que circunda a cidade por todos os lados, seja no prolongamento da Ondina, Amaralina, Pituba, Itapuã adiante, cujas nesgas posso ver nos dias claros, conseguia divisar suas águas agora escuras, ao lado oposto da sacada, adornado pelos refletores da ilha, em frente ao Corredor da Vitória, pelas lâmpadas que dele emergem desde a Marina seguindo o quebra mar, o forte de São Marcelo e findam ao longe, na Colina Sagrada do Senhor do Bonfim.

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alessandro tibo
blog do marcelo


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