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São inúmeros os pré-candidatos à deputado estadual e federal que buscam para si o espólio eleitoral do ex-prefeito Herzem Gusmão, que faleceu antes de ser empossado como prefeito reeleito ao lado da companheira de chapa Sheila Lemos. Ela que assumira em seu lugar a prefeitura municipal da terceira maior cidade do estado da Bahia.

Ainda no velório os eleitores do ex-prefeito, consternados e sob o clima de orfandade, em especial alguns familiares e muitos amigos bem próximos, enxergaram no médico Danilo Gusmão o provável substituto do pai que partira numa possível sucessão à prefeitura da capital do sudoeste. Naquele instante, talvez, o clima fosse propício, o momento era de comoção. Danilo nunca quis, é o que passava para todos nos atos, e ele próprio sempre foi muito discreto, recluso, tentei entrevistá-lo, ele não topou, me garantiu que o faria quando tomasse uma decisão.

Fui procurado por muita gente para que anunciasse uma possível candidatura do médico à deputado estadual, para deixar o nome no imaginário do eleitor na expectativa da sucessão da prefeita Sheila.

Pelo visto encontraram a solução e dentro de casa também, como se diz: “é raiz”.

Edilson Gusmão, irmão de Herzem, apaixonado por vaquejada, linha de frente nas duas campanhas do ex-prefeito, esteve em Brasília e retornou de lá com a missão de buscar uma cadeira na Assembleia Legislativa do estado, talvez com o propósito de manter acesa a chama.

Edilson foi recebido pelo presidente do PL nacional Valdemar da Costa Neto, partido ao qual filiou e também retorna da capital federal recomendado pela ministra Damares.

A ver!