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A santificação de Irmã Dulce pelo Papa Francisco no último dia 13 no Vaticano levou milhares de brasileiros, e dentre eles uma grande parte de baianos orgulhosos de verem a conterrânea tornar-se Santa, agora reconhecida por todo o mundo.

Irmã Dulce é o símbolo da paz, da fraternidade e do amor, através dela experimentamos dias de verdadeira harmonia e igualdade, principalmente nestes dias que precederam a sua canonização e culminando com o sagrado ato no dia 13 de outubro.

A maior parte dos baianos já sabia da importância de Dulce dos Pobres para todos nós. Para ela nunca houve distinção entre pobres e ricos, pretos e brancos, todos são iguais. Quem não sabia das suas obras de caridade, do seu amor ao próximo, sentiram de perto através da grande cobertura jornalística realizada pela tv, rádio e redes sociais.

Irmã Dulce uniu e reaproximou pessoas, foi dada uma trégua nas discussões acaloradas que vem acontecendo em todo o Brasil. A nossa querida Santa provocou reencontros lá em Roma, que poderia ter sido aqui na Praça do Alto Marina, mas que nunca acontecia. Os amigos de juventude, os conquistenses Dom Zanoni, Arcebispo de Feira de Santana, e o empresário Edvaldo Paulo, acompanhado da sua esposa Rita, trocaram abraços e festejaram o reconhecimento oficial da Igreja Católica dos milagres realizados pela nossa pequenina mulher.