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Paulo Roberto Silveira Alves, engenheiro, uma figura ímpar, um dos principais galãs dos anos 70 da sua, da nossa Vitória da Conquista. Seu pai, seu Gentil, construiu a Galeria Madrigal, enquanto isso ele cursava engenharia no interior do estado do Rio de Janeiro, Barra do Piraí, lá encontrei-me com ele e com Pires, os dois moravam juntos, e dali para a Cidade Maravilhosa é um pulo, pra onde me levaram pra conhecer.

Paulo ensaiava jogar futebol, mas ele foi craque mesmo nas pistas de boliche. Com a mão canhota segurava a bola com uma elegância incomparável e os seus arremessos quase sempre resultavam em strike.

Leão, a Fera, como eu o chamava, lutava bravamente contra um câncer, nunca se entregou, ao contrário, cria, como todos nós cremos, que a vida é eterna. E é. Acompanhado sempre pelo carinho da sua querida esposa Gerlaine Santos Alves, Laninha, e também dos filhos e familiares, resistiu até que o Pai o chamou para junto de Si.

O sepultamento do nosso amigo será logo mais às 16h no Campo Santo, em Salvador. A notícia da partida de Paulo Leão nos foi passada na manhã de hoje por Paulo Sérgio, seu cunhado, que com a voz embargada prestou-lhe homenagem ressaltando o quanto o nosso amigo foi bom para todos.

Paulo deixa dois filhos, Rodrigo e Gabriela, quatro netas, Joana, Clara, Cecília e Bela, além da sua esposa, Gerlaine, que continuará cuidando de todos.

Vá com Deus, Fera!