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O prefeito Herzem Gusmão continua em Brasília cumprindo agenda política e administrativa. Desta feita ele foi em companhia do prefeito ACM Neto. Os dois estão na expectativa da vinda do presidente Bolsonaro a nossa cidade por ocasião da inauguração do aeroporto Glauber Rocha.

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“O governo federal foi o principal investidor na construção do novo aeroporto, portanto é mais que justo que ele esteja presente no ato de entrega”, diz o prefeito que afirma com detalhes a cronologia dos acontecimentos até chegar ao presente momento:

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“Teve a emenda parlamentar do ex-senador ACM Júnior, a presidente Dilma liberou as primeiras parcelas, o governo do estado assumiu um pequeno montante e depois o dinheiro não mais caiu na conta”, afirma o gestor que agora conta definitivamente com o apoio do deputado Paulo Magalhães no que se refere a outros pleitos.

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O prefeito continua com suas explicações e fala com ênfase que foi procurado pelo empresário José Maria Caires quando ele cumpria o seu mandato de deputado estadual:

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“O Zé Maria me procurou, e ele lembra disso. Me pediu para interceder junto ao Geddel Vieira Lima para o restante do dinheiro ser liberado. Geddel foi ao presidente Temer, estivemos lá com o ex-ministro. Com o seu prestígio ele conseguiu que o então Presidente do Brasil liberasse a verba”.

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O prefeito entende que o aeroporto é uma luta de toda a comunidade, servirá não só a Vitória da Conquista, mas a toda região. “O ato inaugural não tem dono, deve-se seguir um roteiro que concilie as agendas do governo federal, estadual e do município”.

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As etapas de construção do aeroporto Glauber Rocha seguiu os trâmites normais, demorando ou não, ele deixou de ser um sonho para se tornar realidade. A legitimidade que teve o governo Dilma, passando pelo presidente Temer e agora pelo recém eleito Messias Bolsonaro, segue-se os trâmites de gestões que se sucedem.

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Enquanto “as torcidas” ficam rivalizando o jogo, imagino que o bom senso e a civilidade indicam que já estejam conversando entre si os cerimoniais das três instâncias: federal, estadual e municipal.

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Poderemos ter no mesmo palanque no ato de entrega oficial do aeroporto Glauber Rocha o presidente Jair Bolsonaro, o governador Rui Costa e o prefeito Herzem Gusmão. E a cidade agradece se cenas como essa se repetirem mais vezes.

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Conversei rapidamente com o engenheiro Fernando Oliveira que fez parte do governo José Pedral ao lado dos colegas Alexandre Pedral e Márcia Pinheiro, e que respondem por um escritório de engenharia muitíssimo conceituado em nossa cidade e região.

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Os três são responsáveis por importantes projetos em Vitória da Conquista, dentre eles a Perimetral e Lagoa das Bateias. Fernando me assegura que a localização do novo aeroporto saiu da imaginação do ex-prefeito Pedral e que até hoje tem os rabiscos das primeiras reuniões.

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Ainda sobre Pedral, ele dá o crédito ao líder conquistense do que poderia ou poderá ser o atual aeroporto Otacílio de Figueredo. Fernando diz que Pedral pensava rápido e sempre na frente:

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“Ao mesmo tempo que ele vislumbrava um novo aeroporto, ele já imaginava e já propunha algo para o aeroporto atual”.

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Brevemente Fernando irá ao nosso programa Agito Geral para nos dizer com detalhes o que Pedral sugeriu e se está no papel a obra, o equipamento, que um próximo prefeito construiria ali.

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Mas ele já nos adiantou: “ali a ideia seria um grande Centro Administrativo, de um lado da pista contendo outros espaços, inclusive um Centro de Convenções”.

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Faleceu na manhã de hoje o jornalista Paulo Henrique Amorim, apresentador do Domingo Espetacular da Rede Record. A morte foi causada por infarto fulminante.

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Paulo Henrique Amorim era visto como um profissional de esquerda, principalmente pelas suas estreitas relações com os governos Lula e Dilma.

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O apresentador se encontrava afastado das suas funções. Dizem, especulam, que os motivos do seu afastamento foram por questões políticas. A emissora se pronunciou, segundo um veículo da imprensa nacional, que “ele continuava a disposição da emissora para ficar à frente de outros projetos”.