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Até as eleições de 2016 o PSL era uma sigla que tinha o controle do ex-prefeito Guilherme Menezes. Quem cuidava do partido era os secretários de então, Nagib Barroso e Márcio Higino, os dois da sala de estar, do gabinete ou mesmo do quintal do filho de Iguaí que conseguiu governar Vitória da Conquista em quatro oportunidades.
O partido conseguiu eleger Ricardo Babão, parece que também o vereador Cícero Custódio, além de abrigar no seu ninho o Zé da Paz, sempre muito bem votado. Ricardo Marques, também ex-secretário de Guilherme e de muita confiança do mesmo, tinha seu nome na lista de filiados.
O partido foi responsável pela eleição do presidente Bolsonaro, pelo menos foi ele que permitiu a disputa eleitoral do capitão. Davi Salomão, segundo alguns observadores, seria o próximo porta voz da sigla. Que nada, deu zebra, quem ficou a frente do não mais “nanico” foi Marcelo Melo, que já pertenceu ao DEM e também ao PHS, mas já pertenceu também ao PDT de Coriolano Sales, de quem foi candidato a vice, quando o deputado (in memorian) disputou a prefeitura municipal e perdeu, ou entregou de “mão beijada” a Zé Raimundo, como muitos afirmam.
De uns tempos pra cá os partidos politícos ficam igual brasa nas mãos dos dirigentes, esquentam, queimam, pulam igual pipoca e eis que aparecem sob novos comandos. É o caso do PSL local, a nova direção partidária que elegeu Bolsonaro é composta por um time “carreira solo” e que pretende protagonizar um novo momento na política conquistense. A comissão diretiva do 17 é composta por Flávio Farias, Lucas Dias, Cap. Lima, Dra. Ana Maria, Tarcio Silveira, Daniel Brito, Adenilson, Jorge, Carleandro, Joseval e Adilson.
Os representantes do grupo estarão no nosso programa Agito Geral amanhã, 26, para falarem  o que está previsto para os próximos dias em relação à sucessão municipal.