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O prefeito Herzem Gusmão chega ao seu segundo ano de governo com grandes desafios pela frente. O gestor conquistense apostou numa candidatura ao governo do estado do prefeito de Salvador, ACM Neto, só que presidente do DEM frustou todo mundo, inclusive, o gestor da capital do sudoeste da Bahia. Neto desistiu. Decisão isolada dele. Com Neto eleito governador tudo ficaria ótimo pra Conquista, imagina-se.

Herzem perdeu também o apoio do ex-Ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, preso. Por último, ficou sem o seu grande aliado em Brasília, Lúcio Vieira Lima, que não se reelegeu deputado. Resta o presidente Jair Bolsonaro, e quem sabe o deputado Arthur Maia, sobrinho do ex-governador Nilo Coelho, muito amigo do prefeito.

Kleber Rangel, nascido e criado em Conquista, hoje empresário em Barreiras, no oeste baiano, foi candidato ao Senado, obteve mais de meio milhão de votos, é amigo pessoal do presidente e se colocou à disposição do prefeito para ser o link entre a cidade e o governo federal, mas até agora os dois não se encontraram.  Enquanto isso, as reuniões vêm acontecendo entre os vários grupos que apoiaram o presidente empossado na tarde de hoje, dentre eles, o vereador Salomão. Os desafios podem ser transpostos, mas depende de conversas, e pra quem é comunicador como o prefeito da cidade, as coisas ficam mais fáceis.