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Recebi uma ligação do ex-vereador Arlindo Rebouças me pedindo uma correção em relação a matéria que veiculamos no nosso blog tratando da Ação Popular impetrada por ele contra a Viação Cidade Verde e o ex-prefeito Guilherme Menezes.

O juiz julgou procedente a ação reconhecendo que o município sofreu prejuízos e a sentença obriga também a empresa e o ex-prefeito Guilherme Menezes a pagarem os honorários periciais e de sucumbência. O ex-prefeito já expediu nota comunicando que recorrerá da sentença.

No nosso texto apresentamos um historico da relação política entre o vereador Arlindo e o prefeito Guilherme a partir de 1996. Segue as explicações de Arlindo, através de um áudio que nos enviou na manhã de ontem: “Massinha, li sua matéria no blog, gostaria de pedir-lhe uma correção. Eu rompi com Guilherme antes do Dr. Clóvis Assis, que era o seu vice. Eu deixei o governo de Guilherme com apenas quatro meses, foi em abril. O prefeito me convidou para ser o seu líder na Câmara e eu aceitei, ao chegar à nossa casa, os colegas vereadores me convidaram para ser também o Líder da Bancada. Acumulei os dois cargos. Aconteceram coisas que eu não concordei, fui ao gabinete do prefeito e expus a minha discordância. Ele relutou, não levou em consideração as minhas graves queixas. Devolvi-lhe a liderança. Ele apenas perguntou: “por que você não continua?” Não, não foi essa a proposta de campanha. Entreguei-lhe a liderança do governo e passei a fazer oposição. Clóvis só veio saber que eu rompi depois. Sobre o transporte público, em 2013, falei com o governo que estava errado, mesmo na oposição tive o cuidado de alertar. Avisei ao secretário Edvaldo Alves, mas ele ignorou, disse que eu pudesse denunciar. Então, hoje a cidade está pagando o erro. Eu fiz a minha parte,  cumpri com o meu papel de fiscalizador. Também gostaria que você corrigisse, à época eu não era gerente do INSS, e sim agente administrativo”, encerrou Arlindo, autor da Ação Popular.