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Sem dúvidas, com essas palavras o cantor e compositor baiano Gerônimo definiu o clima de alegria que a capital soteropolitana amanhece a cada dia que se aproxima a festa momesca. Mas ela se aplica bem em qualquer cidade da Bahia.
Pois bem, e em Conquista? Como está o clima para a folia? A Miconquista, a nossa micareta edificada a partir de 1989, já saiu do mapa, foi extinta do calendário festivo da cidade, ela que foi a precursora das principais festa de rua do interior do Brasil. A partir daqui surgiram o Ilhéus Folia, Micarande, Maceió Fest, Recifolia, Carnalfenas, Fortal, Vital, GV Folia, dentre outras. A Miconquista veio para ocupar o espaço do carnaval que vinha sem perspectivas de avançar porque não poderia concorrer com Salvador e Porto Seguro.
Mas o conquistense está saudoso das fantasias, dos cordões, dos bloquinhos sem corda, da espontaneidade e das bandas de sopro. Daí, gradativamente, a festa está voltando, encabeçada por carnavalescos apaixonados como Gilmar Gama e Dilan, do Bloco Kurtaki, e que a prefeitura municipal, desde a administração do prefeito Guilherme Menezes, sob a batuta do então secretário de Cultura e Turismo, Nagib Barroso, não abraçou a causa, mas também não ignorou. Apoiou de forma discreta, o mesmo vem acontecendo agora durante a gestão do prefeito Herzem Gusmão, que tem Tina Rocha como responsável pelo setor.
Ontem em nosso programa Agito Geral ela foi enfática: “Vemos com bons olhos a iniciativa dos produtores locais, a prefeitura não é a organizadora do evento, mas dará o apoio necessário para a realização de festa. Segurança, limpeza, trânsito e iluminação são itens que estaremos presentes”, disse a secretária que também é música e instrumentista.
“Sábado mesmo, estarei acompanhando o desfile do Bloco Algazarra. O seu desfile funcionará como uma prévia da folia”, encerrou Tina.