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O Grupo Independente ganhou fôlego novo na campanha com a presença de Dona Eny no PDT. Se o grupo já contava com a simpatia da população, as probabilidades de crescimento aumentaram ainda mais com a chegada da advogada e empresária.

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Romilson Filho, ex-pré-candidato a prefeito pelo GI, abriu mão dessa condição e também enxergou em Dona Eny uma aposta inusitada e com perspectivas de consolidar a presença do grupo nas eleições municipais.

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O propósito inicial seria a candidatura dela à Câmara Municipal, mas o currículo de Dona Eny abriu portas para o seu nome ser melhor avaliado. O resto você já sabe.

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Sempre que é vista nas ruas, nos eventos, a pré-candidata é saudada com entusiasmo, todos manifestam a alegria em vê-la na disputa pela prefeitura de Conquista.

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No último sábado em Iguá, quando aquele distrito comemorava a sua festa junina, a pré-candidata do Grupo Independente, circulou tranquilamente pelas barracas, residências e no barracão armado para a população se divertir. Principalmente entre as mulheres a novidade na disputa eleitoral de Conquista despertava curiosidade. Quando a conversa avançava, a surpresa cedia lugar a uma realidade tão buscada pela sociedade em ter uma mulher na disputa pela prefeitura de Conquista.

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Margarida Oliveira, ex-deputada estadual eleita pelo PDS, liderada pelo então governador Antonio Carlos Magalhães, foi a última e talvez a única a disputar o direito de dirigir os destinos de Conquista através da disputa pelo voto popular.

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Margarida Oliveira foi uma aposta de ACM, o velho, para desbancar os governos do MDB e PMDB, capitaneados por Raul, Jadiel e Pedral, mas não logrou êxito. Ao contrário, os governos tidos de esquerda perduraram com Murilo, Pedral e continuam até hoje através de Guilherme e José Raimundo.

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Mas a saga continua. Com a versão moderna da família Magalhães, a pretensão de voltar a comandar ou influir na política de Conquista, ACM Neto aposta em Marcelo Melo para chegar a cadeira principal da praça Joaquim Correia, onde está sentado hoje o prefeito Guilherme Menezes.

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Sob a orientação política do ACM pai e avô, Conquista viu administrar os seus destinos homens como Orlando Leite, professor e advogado, Fernando Spínola, médico e Nilton Gonçalves, advogado.

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Muitas mulheres fizeram e fazem parte da política de Conquista. Não vamos lá atrás, no passado “guerreiro”, deixemos pra Rui Medeiros, Durval Menezes, Humberto Flores e Carlos Gheova, eles sabem de tudo da nossa história.

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Falemos de Ilza Matos, ex-vereadora, presidiu o legislativo conquistense, Carmem Lúcia, também vereadora, Lúcia Rocha e Irma Lemos, atuais parlamentares da Câmara Municipal. Lúcia Rocha volta a disputar o mandato, enquanto que Dona Irma é pré-candidata a vice na chapa de Herzem Gusmão.

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Na noite fria do último sábado, Dona Irma provando a sua disposição, chegava ao Iguá onde se encontraria com Herzem Gusmão que já fazia campanha desde cedo ao lado dos seus assessores. Dona Irma não estava assistindo novela, ela chegava do Batuque, onde goza de grande prestígio. Ela juntou-se a Herzem e Carlos Dudé, o radialista e pré-candidato a vereador pelo PTB.

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Em determinado momento das andanças pela Praça do Iguá, os dois em busca de votos, Dona Eny e Herzem, se encontraram e bateram um bom papo com direito a pose para fotografia. Confiram:

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A todo instante o locutor oficial da festa agradecia o apoio dos deputados Waldenor Pereira e Zé Raimundo, e também dos vereadores Fernando Jacaré e Ricardo Babão. Não os vi por lá. Quem estava conversando, buscando apoios, foi o vereador Adenilton Pereira, que busca a reeleição e o pré-candidato Odilson, delegado civil.

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O PSB mostrou a população conquistense que o seu rompimento com o governo municipal não foi jogo de cena. Foi pra valer. Muitos ainda céticos acreditavam num breve retorno. Que nada. O partido socialista foi pra rua, insistiu com Alexandre Pereira, sem dúvidas, um grande nome, mas o advogado recuou. Já era previsto. Explico: Alexandre esperava construir uma grande frente partidária para tornar-se uma terceira via com viabilidade eleitoral.

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Como não foi possível a construção da dita aliança partidária, Alexandre Pereira retirou sua candidatura. “O bom filho a casa torna”, diriam os céticos. Mas não. O PSB já tinha preparados Zé Carlos e Gildelson para uma eventual necessidade. Os dois disputariam a prefeitura e não deixariam a militância Easy Rider.

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Como o PT percebeu que Alexandre não seguiria com a candidatura pelos motivos explicados acima, propagava a possibilidade de retornar o PSB para a base governista, inclusive, oferecendo a vice de Zé Raimundo para Joás. Apenas para Joás Meira. Só pra ele. Os socialistas só faltaram dar queixa no Procon. Não se sentiam ameaçados, porque sabiam que Joas estava fechado com o partido. “Mas isto é “safanagem”, querem enfraquecer o nosso projeto, confundir a população”, nos disseram os dirigentes do PSB.

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Em reunião realizada na última segunda-feira, Alexandre Pereira oficializou a retirada da sua pré-candidatura e apoiou o nome de Joas Meira como o novo e definitivo nome que disputará a sucessão do prefeito Guilherme Menezes.

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Joas agora começa a escrever sua história de maneira diferente na política conquistense. Não é mais coadjuvante, será o timoneiro do seu próprio destino. E espera conduzir o destino dos conquistenses a partir de janeiro de 2017, substituindo o seu parceiro político e amigo Guilherme Menezes.

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Amanhã a gente fala sobre isso com mais vagar. E também sobre Arlindo, Marcelo Melo, Esmeraldino, Armenio e Fabricio Falcão.